O 1º grande tombo

#42
O meu foi 2 meses depois de começar a pedalar e fiquei logo 7 meses no estaleiro.
Bicla nova, ainda nem tinha um mês e era a primeira FS, achava que aquilo devia voar por cima de tudo. E é um facto, mas é preciso o macaco ter mãozinhas...
Ora bem, Fev 2012 vem a primavera mas ainda tudo bem regado na Arrábida voi o cenário para o cozinhado fatal: piso molhado+pedras roliças e lisas+excesso de velocidade+buraco à vista + travão a mais na frente = ida ao charco a fundo com joelho contra pedra + 7 meses a ver navios
Mas já passou e agora é a fundo até à próxima espeta :)
 
#44
Andre.Pepe
"O segundo, foi a cerca de 2 meses, mereceu uma visita ao hospital e uma bike nova paga pelo sr condutor... Ia a circular a cerca de 40kmh , quando, uma alma caridosa atravessa o carro a minha frente sem olhar! Como resultado, uma espeta de tamanho familia, bike em 3 bocados, ombro deslocado, capacete partido em cacos e esfoladelas até em locais que nao sabiam que existiam! O meu garmin Edge 500 que estava preso a bike registou uma subida repentina de 3.5m na altura do impacto! Acho que a bicicleta fez o seu baptismo de voo! Foram 10m de voo da minha parte..."


Já me aconteceu exactamente igual, a velocidade semelhantes, felizmente não fiquei mal, a bike é que partiu o quadro empenou o volante, partiu o garfo, esticador empenado, rodas mavic empenadas... e pronto 2000€ pagos pelo o seguro do gajo. :D
 
#45
MiKaZ,

Eu recebi perto de 3500£... mas pronto... felizmente esta tudo no sitio e nada com danos permanentes tirando a bike! So nao fui buscar mais porque precisava de uma bike nova e nao podia esperar que os advogados tratassem de tudo...
 
#46
O meu primeiro grande tombo ocorreu quando tinha apenas 5 anos e estava a dar as primeiras pedaladas, melhor dizendo, estava a apreender a andar de bike.
Tenho 48 anos e naquele tempo, já lá vão 43 anos, tinha uma bicicleta em que travava com os pedais.
Numa descida longa e ligeiramente empedrada dei um tralho que me deixou marcas bem visíveis no braço direito, que ainda perduram como uma espécie de recordação.
Depois disso, já perdi a conta aos tralhos que dei e, no mais grave e aparatoso, fraturei a clavícula.

Boas pedaladas.
 
#47
2 malhos no activo em 14 anos de pedaladas. Nada de grave, mas não evitei uma ida de ambulância ao hospital pois era uma prova com seguro de acidentes e não fosse acontecer algo mais chato, então vamos "chekar a coisa".
Mas agora, nas descidas mais dificeis, vou sempre a "cortá-las" :D, pois vem-me sempre à lembrança as duas anteriores que foram muito identicas, roda da frente metida numa "rilheira" e nunca mais de lá sais a não ser de "mergulho" :D
 
#48
Companheiros,

Tenho estado a ler, ao longo dos tempos, os relatos dos malhos do pessoal aqui postados e a pensar cá com os meus botões: "Eu nunca dei uma GRANDE queda, nada que seja digo de ser relatado!"...

Pois é: o meu dia chegou!.. :) Faz na 5ª feira uma semana ali prós lados do Trancão, na descida da Granja em direcção a Unhos... pela rampa de terra batida, o companheiro no inicio da descida caiu por causa dumas canas nada de grave a reportar, eu vinha logo atrás com algum cuidado e a travar e inclusivamente já ia com os pés no chão, e eis que a "menina" quis imitar uma égua e decidiu "kickar-me" para a frente!!!

Resultado: Caí em cima da bike do rapaz e entalei o dedo anelar direito na CrossRide traseira e no quadro da bike do dele... Não me aleijei assim muito exceptuando a dor horrivel no dedo, as bikes miraculosamente intactas. Senti depois um molhado na zona do dedo aleijado e assim que tiro a luva, ui que parecia que jorrava sangue!!!!! LOL

Um corte profundo que deu direito a uma ida ao Catus de Moscavide e seguida a São José para um R-X e 9 pontinhos para segurar as "pontas"!!!

Se não fosse as luvas tinha ficado com menos 1 centimetro de dedo! :) Raios partam os raios laminados da Crossride!!!! :)

Esta quinta já tiro os pontos e no sabado ou no domingo já volto aos trilhos!! :)

Saudações
 
#49
Recordações....

No mesmo dia duas quedas!! e que quedas.... idênticas!!

No auge da parvalheira - dia de verão - grupo de amigos da escola na central eletrica da zona - boas descidas - espaço com fartura....
Toca a fazer o circuito á volta da central, em estilo corrida! 3 2 1 PARTIDA !!! vrummmm,bem mais á frente, muma descida de aproximadamente 100 metros já com uma boa velocidade, curva apertada á direita, vi os colegas á frente a fazer a curva e eu feito xico esperto decidi cortar a curva pra ganhar posições na corrida, pelo meio da erva, tinha era uma valeta!!! roda da frente enterrou e eu disparado bicicleta fora direitinho ao chão... cotovelos e joelhos todos esfolados... fim da corrida!!

A forqueta da frente ficou meia empenada mas andava, era meia de ferro... lã fomos pra casa de um colega do grupo, panos molhados nas feridas pra limpar e tá bom!
O colega era meio monta/desmonta bicicletas e tinha uma forqueta lã em casa dele parada vinda de uma bicicleta desmontada, deu-me e aforqueta para eu montar em casa, fim da tarde ia a caminho de casa com a forqueta num saco plastico no punho direito da bicicleta...

A 1 km de casa mais ou menos, descida boa e tal e curva á esquerda, a forqueta que ia no saco plastico mete-se nos raios da roda da frente... Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii voei 10 metros á vontade!!!! dei uma pirueta no ar e cai de costas no alcatrão!!! A camisola era branca, ficou vermelha e preta nas costas!!! não parti nada mas fiquei todo todo todo arranhado.... Não tinha ninguém por perto, lã peguei na bicicleta, com a roda da frente num autentico 8, fui com ela á mão até casa...

Foi até hoje o auge das quedas, agora ainda me dá pra rir mas foi um dia bem lixado!!
 
#50
Eu tive um malho diferente da maioria, um episódio que até hoje nem médicos nem ninguém soube explicar.. Tinha eu cerca de 20 anos (28 actual), era verão, estava eu de férias, na noite anterior tinha ido para os copos com os primos, mas nada de especial.. vim e dormi cerca de 7h.. de manhã levanto-me pego na bike para ir à fonte buscar um garrafão de água (estava na santa terrinha em casa dos avós e lá nessa altura ainda era água do poço e como a nossa não andava muito boa, lá meti pernas e bike ao caminho).. Pego na bike faço a subida da casa dos meus avós até à estrada principal (cerca de 150mt).. disse bom dia a minha tia que andava no quintal.. lembro-me de ter entrado na estrada principal e a partir daí não me lembro de mais nada, mas em efeitos práticos, andei mais 400 mt em linha recta, fiz uma curva à esquerda, ando mais 50 mt e caiu numa ribanceira, sem me lembrar de absolutamente nada (história contada por quem me viu e foi dar comigo caído na ribanceira)..

Resultado esfolei-me todo, mas não parti nada.. Recuperei os sentidos estava a chegar ao hospital da Figueira da Foz, com um bombeiro chato como tudo, que a cada 1 segundo repetia "Como se chama?" ou "Que idade tem?"..

Eu na altura lembro-me de pensar para comigo, este gajo estou aqui estou a manda-lo ir até um sítio que eu cá sei.. Cheguei levaram-me na maca para dentro e foi aí que comecei a tomar consciência de onde estava e foi aí que comecei a perguntar o que tinha acontecido..

Depois deste episódio, fiz inúmeros testes, encefalogramas, entre muitos outros, nenhum detectou nada, ficando por explicar toda a situação..

Lembro-me de perguntar à médica que motivos poderiam explicar tudo isto, a resposta dela foi muito vaga (após ver todos os exames)..

"Podemos ir desde o simples cansaço da noite anterior e poucas horas de descanso, até a um episódio isolado de epilepsia.."

Até hoje nunca mais tive nada do mesmo...
 
#51
Eu também já mandei um bom tralho.

Ia bem rápido, depois de uma descida comprida, ultrapassagem, curva larga, recta... e ramos! Verdadeiros troncos, aliás!
Tive então a oportunidade de experimentar a lei da inércia dos corpos!

A bike ficou com a roda da frente no tronco e eu, como dita a respectiva lei, continuei em frente, a idêntica velocidade. Felizmente que apesar de estar com os pés presos à bike consegui soltá-los instintivamente!

Bem, não foi bem em frente que eu segui...

Como a roda da frente parou, todo o resto da bike levantou e, segundo contam os meus amigos, descrevi um belo arco, digno de uma qualquer actuação circense, indo literalmente aterrar, já de costas, após um mortal (no mínimo) e meia pirueta, que me permitiu aterrar em cima da minha mochila de hidratação (nada estoirou: Camelbak, what else?) e - felizmente para ajudar ainda mais - numa zona de folhagem, virado para trás, sem quaisquer mazelas dignas de registo, portanto.

Eu limitei-me a ver o mundo às voltas, por isso não posso confirmar o número de cambalhotas!

Podiam ser todos assim. Sempre divertia os meus companheiros de pedalada!
:D
 
#52
Realmente o pessoal tem aqui cada tesourinho :p
Eu a primeira nem sei quando foi, mas houve algumas quedas nestes anos todos, uma delas era pequeno e numa bike de alguém que tinha uma corda amarrada (sei lá eu porquê) que não deixou virar e fui de encontro a um portão perdendo os sentidos durante uns minutos.
Outra vez foi a armar-me em campeão na bike de estrada que tinha, a descer grande estrada a grande velocidade chega o momento de virar, e onde era alcatrão passa a ser estrada de gravilha, pois bem, o joelho lá foi deslizando uns metros acabando por ficar em carne viva. Belas recordações ahah
 
#53
bom 1º tombo tinha para ai uns 14 anos e comprado uma bicicleta de estrada e armado em heroi meti-lhe um guiador de cross na altura aqui na zona era moda,um belo sabado vou para ir jogar futebol para a batalha e em frente a onde é hoje o hospital de leiria nao sei como fiz aquilo mas o pé direito ficou preso entre o pedal e o chao resultado saio disparadoaos ss direito a um carro que vinha na faixa contraria o que vale é que o homem viu-me aos ss e parou mesmo assim nao me livrei de partir 2 dentes ter a fronha toda inchada um cotovelo dorido e um joelho inchado e o carro com uma amolgadela no guarda lama + recentemente no btt á coisa de uns meses fomos fazer o percurso 3 do centro btt da pia do urso e tinha estado a chuviscar isto de manha numa reta passagem entre 2 pedras roda da frente resvala queda para lado volante no peito resultado uma costela partida mas só quando cheguei a casa é que dei por ela ainda fiz ceca de 45 km com a costela partida quando ia a chegar a casa é que me começou a doer no sitio e sentir um arador quando vou a ver tinha aquele magnifico trabalho feito resultado 1 mes parado e um valente raspanete da mulher:fpalm::flame:
 
#54
Em puto quando tinha os meus 10 a 12 anos, na terra do meu pai vinha eu lançado na bela da pasteleira de 3v, quando numa curva apertada sem visibilidade aparece me um carro em sentido contrario e fora de mao, fui em frente direito a uma parede, o impacto foi tao violento que perdi os sentidos, a bike ficou com a roda da frt colada ao quadro.. dobrou a zona das caixas direcçao.

3 ou 4 anos depois, na via rapida da Costa caparica, sentido costa - Almada, colado na roda de um companheiro e a descer bem largado, nao tive tempo de me desviar de uma cratera, metendo la a roda da frente, sendo projectado varios metros por sorte para fora da estrada, para aquela especie de farinha que havia antigamente, resultado : maos, braços, cotovelos, joelhos, costas ...ainda hj tenho belas cicatrizes nas costas.

mais recentemente, já com a Factor... no regresso de uma volta .. Arrabida - Espichel - Charneca de caparica, numa descida na zona de alfarim um pau entrou na roda da frente, fui projectado com bastante violencia contra o guiador, tendo fracturado 2 costelas e 5 raios da bike.

Era bom que ficasse por aqui..hehe
 
#55
Tenho alguns tombos no meu historial. Os meus amigos ás vezes gozam comigo quando dizem que "o passeio hoje correu bem, não caíste nem nada" :D

O último assim para o grave foi uma cena mesmo parva: Ia com uns amigos em Sintra a baixa velocidade a direito e a pedaleira da minha bike começou a fazer um barulho estranho, quando olho para baixo para ver o que se passava, um amigo que ia á minha frente lembra-se de parar. Não vi e só me lembro da minha roda da frente bater precisamente na roda traseira dele e eu sair disparado por cima da bike e aterrar em cima do meu ombro direito. Resultado: Úmero partido em 3 sítios junto ao ombro :(
No meio do azar ainda tive sorte porque o osso fraturou mas não saiu do sitio o que evitou a operação. 1 mês e meio de recuperação e pronto.
Mas já tive o pulso partido, dedos deslocados e outras mazelas menores ;)
 
#56
A minha posta de bacalhau:

Ia a descer a Penha em Guimarães (tinha 16 aninhos na altura) com uma bicicleta rígida da shimano. A bicicleta, apesar de ser uma relíquia, tem um quadro de alumínio e ainda funciona direito (tanto hoje em dia uso-a como transporte).

Acontece que ao descer pela parte da estrada (quem conhece a Penha sabe que aquilo é inclinado e ganha-se uma velocidade dos diabos), deparo-me com uma curva e começo a travar. Ao virar o guiador na direcção do sentido da curva, a bicicleta não responde e basicamente continua sempre em frente. O meu único reflexo foi apenas largar as mãos do guiador e proteger a cara Lol.

Falhei um tanque de pedra por 1 metro. Saí com grande velocidade fora da estrada, a frente da bicicleta enterrou-se na lama e fui projectado no ar!!! Dei duas cambalhotas no ar e aterrei no chão perto do início de uma descida em terra.

Eu não faço a mínima ideia de como saí ileso do acidente, quem me dera que existissem gopros na altura lol. Não tinha velocímetro mas julgo que para um gajo de 80kg ser projectado para fora de uma bicicleta de forma a dar 2 cambalhotas no ar é preciso ir um bocadinho rápido: julgo que cerca de 50km/h.

Um colega meu que ia comigo na altura ficou embasbacado com o meu malho, mas quando me viu a rir viu que estava tudo bem e partiu-se a rir. Antes de vê-lo a rir-se a expressão dele era de horror, portanto não deve ter sido bonito :p Por mais incrível que pareça nem um arranhão tive lol, e já dei malhos a 5km/h por causa dos pedais de encaixe e arranhei-me todo. :cool:. A bicicleta ficou arranhada e com o guiador quase todo de lado.

Nunca parti nenhum osso na minha vida, mas tenho noção que se fosse mais 1 metro para o lado direito que ia para casa de muletas!
 
#57
O meu primeiro grande tombo devia eu ter os meus 13 anos, foi a tentar saltar um lote de 5 escadas com a minha sirla de suspensão total com a sua dupla coroa a frente :)
Estava eu com 2 amigos na mata dos Sete Montes em Tomar, encontramos umas escadas que faziam um belo drop, eu inexperiente nisto dos saltos estava hesitante, mas lá ganhei balanço e lá me fiz às escadas, mas a inexperiência revelou-se, não puxei a bike nem me levantei nem nada, e embiquei, sai a voar por cima da bicicleta. Deu um belo kit de arranhões nos joelhos e mãos, e um belo corte na zona abdominal provocada por um extensor do guiador (vulgo "cornos" :D). Ainda hoje tenho uma cicatriz que pareço ter sido operado ao apêndice.
 
#58
A minha primeira grande queda foi à uns 6 ou 7 anos atrás. Naquela altura ainda não praticava BTT assiduamente mas já era apaixonado por pedais.

Nas férias de verão, como não tinha grande coisa para fazer, decidi ir dar uma volta calminha em alcatrão. A meio caminho, estou a descer uma estrada inclinada e com uma velocidade considerável. Não sei bem como mas um milimetro do guiador bateu num ramo que estava mais solto e descontrolei-me. Voei da bike e aterrei de costas no alcatrão, com direito a cambalhota.

O pior disto tudo é que não tinha levado capacete. [:x] Fui para o hospital com um braço partido e, felizmente, não me tinha acontecido nada na cabeça. O mais engraçado é que quando dei entrada nos hospital, estava um homem que tinha tido um acidente de mota e eu estava muito mais mal tratado que ele.

Actualmente, não brinco com a segurança. Uso sempre capacete, luvas e óculos de protecção!
 
#60
O meu primeiro grande tombo foi logo da primeira vez que me aventurei no BTT, à +/- 14 anos atrás tinha eu praí uns 15.

Meti-me a fazer um single track com uma bike rígida com quadro de ferro. Até fiz o single track +/- bem, dadas as circunstancias e a inexperiência. Mas o trilho acabava com um pequeno salto sem visibilidade para a zona de aterragem (e já devem estar a imaginar o que aconteceu). No momento em que meto a bike no ar ouço um dos meus colegas a dizer "cuidado com o rego" mas já era tarde, a bike aterrou e a roda da frente encaixou que nem uma luva no rego e eu saí disparado por cima do guiador, voei uns 3 metros até aterrar na terra a rastejar, os braços e pernas ficaram todos esmurrados, um pouco na barriga e uns pequenos arranhões na cara, o que foi uma sorte, tendo em conta que ia sem capacete.

Quanto à bike virou ferro velho, forqueta empenada, quadro empenado, roda empenada e pneu traçado.

O tombo não me desmotivou e 1 mês depois estava a fazer a mesma descida com a minha primeira bicicleta a sério (não era bike de hipermercado) uma BH Jumper.