29er Cannondale Scalpel Si Eagle

Não sei se tem relação directa por ser 1x12 vs 1x11. Mas que é uma diferença abismal é. Mais do dobro é muita fruta.
Na minha loja dizem-me que poderá ter a ver com estes novos pratos Eagle, que poupam mais a corrente. Ao certo não sei dizer qual é a diferença, porque tenho um colega com a 1x12 também com prato spider e corrente e k7 dourada e também vai nestes valores de kms.
Terá a ver com a pedalada também, mas que faz mais kms do que shimano não tenho a minima duvida.
 
@FabioSalvador a minha corrente sram 1x11 acabou de fazer 1800km :p mandei hoje colocar uma KMC gold vamos ver o que aguenta esta mas se aguentar 1500kmjá é bem bom! no geres até vai fazer lume hehe depois meto aqui umas fotos para mostrar como ficou a gold na menina :)
 
Para mim tudo isto é muito subjectivo, tudo depende claro das condições a que a transmissão esteve sujeita e também dos cuidados/manutenção que ela vai tendo e, muito importante para mim, o óleo que se usa. Ao contrário de muita malta eu nunca fui adepto de trocar correntes com frequência. A minha transmissão 1x11 tem prato 32 XX1, corrente X1 e cassete GX, posso dizer que está montada há pouco mais de um ano e já conta com mais de 5000km. E no último ano fez seguramente mais de 30 maratonas (algumas meias), algumas delas bastantes agressivas na altura do Inverno com foi o caso do Montejunto Bike Day, entre outras que deram um grande tratamento de lama e afins, e também fazendo algumas ultras como foi o caso do recente UHD +3000.
Já se nota algum desgaste na cassete e no prato mas nada muito acentuado. Em breve irei verificar o alongamento da corrente que é o que vai preocupando mais, mas até agora tudo tem funcionado ás mil maravilhas, desde que tenho o sistema 1x11 nunca me saltou a corrente ou qualquer situação dessas!

A propósito, boas fotos, excelente máquina ;)
 
exacto também considero que um bom óleo tenha bastante expressão na longevidade da corrente, assim como uma boa limpeza da mesma, (eu particularmente utilizo oleo morgan blue e praticamente após cada 2 voltas morgan blue chain clean). Mas 5000km é obra :) eu pessoalmente não gosto de utilizar até ao limite com "medo" de a meio de uma prova ela ceder e lá vai o nosso esforço por água abaixo (não quer dizer que nova não parta).
 
@FSantos o melhor que consegui com uma XX1 foi 1200kms e já foi no final da k7. A K7 e o prato fizeram cerca de 4000 e tal kms, já achei ótimo. Se conseguir dobrar com o Eagle melhor ainda.
A nível de óleo por acaso comprei agora Morgan Blue e até pode ser muito bom, mas faz-me muita confusão aplicar o óleo e achar que não está lá nada lol.
Sempre gostei muito do cerâmico da Lancar, de verão e de inverno.


@SJorge o termo de comparação sou eu mesmo, por isso acaba por não ser assim tão relativo, dando a mesma utilização foi uma diferença abrupta.
Tenho o cuidado de lavar a transmissão(de verão menos) e aplicar sempre óleo e também tenho medidor para ir acompanhando.
Obrigado ;)
 

Mr.sa

Active Member
Ui... está visto que vocês estão habituados a tirar pouco da vossa transmissão.

Eu até agora, só troquei as minhas duas transmissões depois dos 9000km's. Ambas shimano xt.

No caso da 1ª(3x10) foi até começar a criar chainsuck com qualquer uma das 3correntes que rodei, no caso do 1x11, foi em rodagens de +/- 1000km's entre 3correntes até chegar ao ponto da corrente já sentir dificuldade de agarrar no carreto quando mudava a mudança. Ou seja, cada corrente fez 3x 1000km's, e nunca tive problemas. Claro que o shifting vai ficando mais duro, mas foi sempre impecável.
 
Não é bem tirar pouco, é mais uma questão de fiabilidade.
Não me interessa nada ir numa prova e a corrente começar a saltar, cair do prato ou mesmo partir. Ainda no passado domingo numa prova entrou palha para a k7 e roldanas, fez-me parar uns minutos valentes e não me agradou nada. Apesar de não ganhar nada gosto de sentir que dou tudo o que tenho sem condicionantes.
 
bOAS!
Sem duvidas que uma boa manutenção ajuda enormemente á durabilidade e bom funcionamento da transmissão.A questão é que isso implica no final das voltas "perder" um tempinho á volta da bike a limpar e lubrificar.Nem toda a gente tem "pachorra" pra isso.
A questão de como se anda e onde também tem muita influência,pessoal que mete muito as velocidades a martelo ou sob pressão ou quem andar muito em zonas de muita subidas agrestes ou até aguas e etc obviamente também faz mossa. Entre as próprias marcas também há diferenças de durabilidade/fiabilidade,aliás já bem expressas aqui no fórum pela experiência dos vários users.
Pessoalmente já fui mais de levar a transmissão(cassete/pratos/corrente) toda até ao fim e trocar apenas quando notava a corrente a enrolar,agora mais recentemente (transmissões 2x10 e 1x11) prefiro ir trocando de corrente e tentando poupar o resto. É por uma questão económica e também de tentar aproveitar os componentes ao máximo sempre com alguma fiabilidade garantida.
De qualquer das formas chega de "encher" o tópico do colega :D venham mas é essas fotos e relatos FabioSalvador ;)
Cumps
 
bOAS!
Altamente ;) nota-se que a frente baixa(avanço negativo) eleva o controlo dessa bike a outro nivel!
Agora siga levar a mota para o monte:p que essa areia toda dá-te cabo da transmissão :D

Cumps
 
Eu que desço mal já me sinto mais à vontade a descer graças à posição da bike e leitura do terreno, é incrivelmente melhor que a F29 que tive. E mesmo a subir tem uma tração fenomenal.
Tenho mais um video, até gravado antes deste longe do mar :D
Mas aquela areia não faz mal, foi no fim de vida da corrente :p
 
bOAS!
That's more like it ;):)
Trilhos muito fixes!Parece uma pista XC :)

OBS:Tenta colocar a camera noutra posição,assim com trepidação torna o video mais dificil de seguir :(
Cumps
 
Sim aqueles "whoops" iniciais são espetaculares. São trilhos de uma maratona que tem mesmo muito singletrack.
O problema não é bem onde está a câmara posicionada, tem a ver mesmo com a trepidação em si é a falta de estabilização automática da câmara, mas talvez tenha de dar um toque no arnês também. É a perspectiva que mais gosto de ver nos vídeos de bike, da uma envolvencia engraçada, é como se fossemos na bike ao ver o vídeo :)
Para a próxima tenho de ver se uso a estabilização do programa em que edito a ver se melhora.
 
Após 2100 kms o Saguardo 2.0 deu lugar a um Mezcal 2.1 com menos 95g.
O Saguaro cumpriu muito bem a sua função e ainda tinha bastante rasto mas decidi trocar porque já estava muito trilhado, este ano tenho tido algum azar com furos.
Este novo Mezcal é mais leve mas o rasto é muito idêntico, vamos lá ver como se porta a nível de resistência.
 

Mr.sa

Active Member
Ora cá vai uma pergunta meia on-topic, meia off-topic.

Serve para ti, ou para quem já tiver testado um ou outro.

Eu cometi um erro, troquei de 1x11 para 2x11 e já me arrependi... tornei-me preguiçoso a puxar, faz mais barulho nas descidas e correntes a sair dos pratos são bem mais frequentes, ou seja... ou vou voltar atrás, ou fazer o upgrade para 1x12 com o gx eagle.

Ora as hipóteses que tenho são duas e ambas têm vantagens e desvantagens.

Ou me livro do 2x11 completo(xt i-spec) com 2cassetes, uma xt(1200km's) outra xtr(2300km's) com as duas correntes de cada uma, ou me livro das cassetes, correntes e desviador e manípulo da frente e meto:

GX eagle completo, trigger ou gripshift, para quem já usou ambos qual mais gostas na sram?

Ou opto por manter o pedaleiro, desviador e manípulo traseiro e meto a cassete e*13 9-46 com prato de 30 ou 32. No final, as despesas seriam parecidas, sendo que esta as únicas vantagens que teria seriam o conhecimento do funcionamento do material(nunca usei sram) e tiraria peso à bicicleta.

Enquanto que no gx eagle, a grande vantagem seria uma maior sequência entre mudanças.
 

camponubla

Well-Known Member
Boas,

Eu uso o 9-46 da e13 com tudo o resto de origem (shimano XT M8000) com prato de 32T, na minha 29. Estou contente com a solução, mas em momentos muito pontuais acho que gostaria de ter um 48 ou até um 50. Por este motivo estava a pensar ao eagle mais a frente com o 12v e 50, mas me disseram que a cassette do eagle tem o salte de 42T para o 50T, coisa que me parece absurda (para mim)...por isso vou ponderar bem se faço este upgrade....com esse salto nem pensar!

Em relação à k7 da e13 dizer que passados uns 1000 km de uso, notei uma folga entre as duas partes da k7 (a parte de alumínio com os pratos maiores rosca no cepo XD e a pequena aperta na parte grande). Enviei um email com um vídeo mostrando o problema a the hive europe e vão me enviar uma k7 nova. Só pediram para lhes enviar a defeituosa. Os preços que tenho visto para o 9-46 são por volta dos 288 €, mas por vezes surgem grupos de compra no "telegram" (foi onde o comprei) e poupas uns euros.
 
Assim por alto, um Eagle + 32T é mais ou menos equivalente em termos de amplitude a um E13 9-46 com 30T. A E13 salta do 39 para 46 e a Eagle salta do 42 para o 50 - o salto em si é quase igual.
A cassete 9-46 tem os três carretos maiores em alumínio e por isso se for para fazer muitos kms e andar bastante nessa zona da cassete vai gastar mais rápido - mesmo dando para trocar só essa parte são sempre uns 100€. A GX Eagle é toda em aço e custa uns 150 euros...

Tudo isto para dizer: se o peso não for grande critério, despacha a transmissão actual (que podes tentar vender completa) e vai para GX Eagle. Se o peso for assim importante, E13.