Viper tr 450 (2015)

Discussion in 'Análises e testes' started by JARBAS83, 27 July 2015.

  1. RMDVENTURA

    RMDVENTURA Member

    E a baixa pressão causa também aquelas marcas na lateral do pneu antigo, por onde rasgou
     
    JARBAS83 likes this.
  2. Joseelias

    Joseelias Well-Known Member

    Tens aqui uma calculadora de pressão da Vittoria que te dá os valores de pressão recomendados para o tipo de roda/pneu/piso. Há algum tempo coloquei este link e houve algum pessoal a dizer que os resultados são muito semelhantes ao que costumam usar. Podes calcular e depois podes sempre ajustar ligeiramente de acordo com a tua preferência.

    É bastante simples de calcular mas se precisares de ajuda diz alguma coisa.

    https://www.vittoria.com/itire/
     
    JARBAS83 likes this.
  3. JARBAS83

    JARBAS83 Member

    Obg pla ajuda! Vocês são fantásticos. Hoje comprei 2 camaras novas na Sportzone. Vou desmontar tudo, limpar, eventualmente por uma camara diferente, encher bem o pneu e veremos. Depois deixo feed-back...
    Não sabia disso. Obg!
     
  4. Nozes

    Nozes Active Member

    Boa oportunidade para mandares isso tudo à fava e meteres os pneus tubeless.
    Devias ter trocado de fita,no meu entender é ela que faz as câmaras deslizarem para fora do sítio,está visivelmente larga nesse aro.
     
  5. JARBAS83

    JARBAS83 Member

    Tenho dois pneus novos tubless Ready.

    A minha dúvida é ir diretamente para tubless ou experimentar camaras de gel primeiro. Os aros são convencionais. A questão do peso não é importante para mim. Hoje furei ao fim de 50 metros.

    Para além de comprar a camara anti-furo, preciso comprar o liquido à parte, certo?
     
  6. Joseelias

    Joseelias Well-Known Member

    Depende de que tipo de câmara de ar anti-furo estiveres a falar. Se for daquelas que já têm liquido lá dentro de origem (Slime, Decathlon, etc.), é claro que não precisas de pôr mais. Se for uma câmara-de-ar anti-furos do estilo DH e que é muito reforçada poderás querer meter liquido embora aí penso que o peso será muito elevado. Mesmo que o peso não te preocupe.

    Se tiveres câmaras-de-ar novas, podes sempre comprar o liquido e colocares dentro delas. Por norma as embalagens do liquido já trazem a ferramenta para desmontar o pipo. Nunca deixes é de levar uma câmara de ar suplente, pois pode haver um furo maior que o liquido não vede ou que com o passar do tempo o liquido perca a eficácia. Esta regra é igual para o uso em tubeless.
     
    JARBAS83 likes this.
  7. JARBAS83

    JARBAS83 Member

    Não se vêem muitas camaras de gel para válvula grossa...

    Encontrei esta a 3,90€ num site de uma loja física perto de casa. Já trás líquido? É só montar?

    Também posso colocar líquido em camaras normais, é isso? É que por casa ainda tenho 2 ou 3 câmaras...Mais uma vez mt obg.

    Camara ar para bicicleta roda 29 com gel anti-furo 1.95/2.125 de válvula grossa.


    [​IMG]
     
  8. Joseelias

    Joseelias Well-Known Member

    Na minha experiência o mais mais raro de ver são câmaras de ar com gel de válvula fina (Presta) já que o Btt é o maior consumidor deste tipo de solução e a esmagadora maioria das bicicletas usa válvulas grandes (Schrader).

    Essa câmara de ar que mostraste já traz o liquido dentro dela, pelo que basta montar e não é necessário mais nada. Quando pegares na câmara-de-ar vais perceber que ela tem qualquer coisa lá dentro.

    Existem à venda umas garrafas com o próprio liquido, o qual tem que ser aplicado por nós dentro da câmara de ar. É um processo simples mas que implica termos que ser nós a fazê-lo. No caso do selante da marca Slime (a mais conhecida) a tampa da garrafa serve de ferramenta para tirar o interior do pipo, e cada garrafa dá para os dois pneus. Esta marca vende tanto na Decathlon como na Sport Zone, tanto na versão de garrafa como de câmaras de ar já com liquido. Mas ambas as lojas têm da própria marca e de outras. Tens aqui um vídeo com a aplicação do Slime mas que serve para qualquer marca.



    Se não te quiseres dar ao trabalho de fazer isto e preferires ficar com câmaras de ar novas para garantir que tudo está a 100%, como por exemplo a qualidade do pipo, podes comprar algo como o que mostraste acima. Tem em atenção a que tipo de roda se destina se comprares a versão em garrafa. Tem que ser para Btt e eventualmente para que tamanho de roda, pois penso que para roda 29 deva de ser maior que para roda 26, por exemplo.
     
  9. JARBAS83

    JARBAS83 Member

    Bike com 5800kms, no fim do mês completa 2 anos de vida.

    Voltei a ter alegria em andar com ela, mas para isso tive de:

    1: tirar os pedais de encaixe M520 que lhe meti - simplesmente não me adapto, e, pessoalmente, no meu caso, para o tipo de btt que faço, vejo mais desvantagens do que vantagens, malhei duas vezes em poucos dias...

    2: substitui os pneus Schwalbe Smart Sam Performance de origem pelos Michelin Wild Grip R Tubless Ready. Dessa forma, acabou-se o misterioso problema das camaras de ar deslizarem em andamento dentro do aro/pneu, o que forçava o pipo da válvula a ponto de a camara rasgar naquela zona. Meti também camara de gel atrás.

    A k7 é a de origem, e com quase 6k, começa a dar de si. A corrente, que tem cerca de 1,5k, salta no carreto pequeno, de 11T. Já cá mora uma SLX para montar mas enquanto o problema só existir com o carreto pequeno, tranquilo. É o que menos falta me faz, neste momento. De resto, é sempre a queimar...:cool:
     
  10. JARBAS83

    JARBAS83 Member

    Tenho notado que a minha suspa está bem mais presa do que antes. Antes, a pedalar em pé, tinha que a bloquear pois ela absorvia muito do meu esforço, bombava para cima e para baixo....agora parece presa. Visto ser uma suspa rasca a molas (RockShox XC30), nunca me preocupei muito com a sua manutenção... A bike tem 6000kms exatos.

    Visto encontrar online suspas novas semelhantes a menos de 50€ (Suntour XCM), já com portes, vale a pena uma revisão à minha? Em quanto ficaria? Pode-se fazer em casa? O quê concretamente? Ferramentas necessárias?

    Apenas vou limpando as bainhas, que não têm sinais de desgaste, fricção etc...apenas umas marcas pretas tipo óleo muito ligeiras que vão aparecendo e que saem com facilidade com um pano húmido...
     
  11. fabio viana

    fabio viana Active Member

    Boas, faz uma revisão a suspensão, fica mais barato do que uma nova ;)
     
    JARBAS83 likes this.
  12. Joseelias

    Joseelias Well-Known Member

    Por norma a manutenção dessas suspensões são do mais fácil que há. Limpar uma corrente dá muito mais trabalho, por comparação. Nesse tipo de suspensão não é mais que desapertar os parafusos na base das bainhas, puxar as bainhas para baixo para as separar das pernas, limpar o interior e as pernas, lubrificar os retentores, e voltar a encaixar e apertar os parafusos.

    Se fores a uma loja se calhar pedem-te o mesmo pela manutenção que aquilo que custa uma Suntour XCM nova a 50€. Mas se fizeres tu, mesmo que tenhas que comprar massa ou óleo para os retentores fica-te a uma fracção desse preço e sobra-te para o resto da vida da suspensão ou para outros usos.

    Não te esqueças que para além de limpar as bainhas depois de cada volta nem que seja com um toalhete de papel, também deves de lubrificar a base das pernas com óleo fino, e preferência com teflon. Pões uma ou duas pingas e pressionas a suspensão um par de vezes para criar uma camada protectora e não deixar secar os retentores completamente.
     
    JARBAS83 likes this.
  13. JARBAS83

    JARBAS83 Member

    Vou tentar ver no youtube alguma coisa e tentar fazer eu a coisa...entretanto vi que existe um kit de manutenção para a minha XC30 a cerca de 15€ (foto abaixo). Vou tentar desmontar e lubrificar. Espero que não esteja nada demasiado ressequido ou já fissurado/partido...

    Uma dúvida: ela tem óleo no interior? É a versão a mola normal, não é a XC30 soloair...

    Num site que pesquisei diz: Mesmo sendo básica, possui cartucho hidráulico e controle de travamento no crown (base de onde saem as pernas da suspensão, parecido com um “T” invertido). O travamento da suspensão fecha a passagem de óleo, bloqueando seu funcionamento...

    Será melhor comprar o tal kit de retentores e aneis de espuma, visto que tem 6000kms em cima e zero manutenções? Terei de comprar óleo ou dá para aproveitar o que ela tem no interior? (Isto para o caso de ter óleo)...

    EDIT: entretanto vi um video em russo da desmontagem de uma XC30 e sai óleo de ambas as jarras...vou passar na loja a ver em quanto fica uma revisão à suspa, com troca de retentores, anilhas etc...e depois vejo se compensa.

    [​IMG]
     
    Last edited: 9 July 2017
  14. Joseelias

    Joseelias Well-Known Member

    Esse kit parece ser para uma versão a ar pois tem um pipo do lado direito. Logo todas essas anilhas e retentores podem não ser os adequados para a versão que a tua tem. Até me parece excessivo para uma suspensão a mola e sem controlo de retorno.

    Abaixo tens uma Exploded View de uma XC30 a mola. Se se reparar na parte das bainhas (as duas imagens do lado esquerdo) apenas têm um retentor/raspador de cada lado (peça 4,5) com uma esponja que é embebida em óleo (4,6) abaixo dela. Do lado direito da imagem está uma visão do mecanismo interior das pernas onde se encontra a mola e o cartucho de bloqueio. Mas para a manutenção não precisas de mexer no cartucho e na mola. A menos que queiras verificar o estado das coisas, mas pouco haverá a fazer aí excepto passar um pouco de massa na mola para evitar a oxidação.

    [​IMG]
    Não vejo razão para haver óleo dentro dessa suspensão, pois o do bloqueio deverá estar dentro de um cartucho. Mas pode-me estar a escapar alguma coisa. Não será o óleo em que as esponjas junto aos retentores/raspadores foram embebidas e que com o tempo escorreram para o fundo das bainhas?
     
  15. JARBAS83

    JARBAS83 Member

    Vi aqui...

     
  16. joseruivo

    joseruivo Member

    Boas,

    o tubless para mim tem um defeito que pode não ser relevante para todas as pessoas: dá uma trabalheira se quiseres trocar de tipo de pneu para fazer umas voltas diferentes do habitual, e depois voltar ao pneu habitual.

    Fora isso,acho excelente: tubless + selante + fita de conversão pesa menos que pneu + câmara de gel, rola melhor, acho até que é mais confortável

    Cumps
    joseruivo
     
  17. fabio viana

    fabio viana Active Member

    Em algumas suspensões, é "injectado" algum óleo depois de montar as bainhas e antes de apertar os parafusos que ficam a beira do eixo da roda.

    Isto acontece em algumas suspensões, por isso é que por vezes até se deixa a bicicleta de pernas para o ar para o óleo subir até aos retentores :)

    Mas nessa suspensão em especifico não sei se levara óleo.. é uma questão de desmontar e ver :p
     
  18. Joseelias

    Joseelias Well-Known Member

    @fabio viana

    Obrigado pela explicasção. Por acaso passou-me isso pela cabeça, que o óleo funcionasse como forma de lubrificação interna. Mas confesso que também não estava a ver como o óleo passava da base das bainhas para chegar até à pernas (já que elas ficam até meio das bainhas, se tanto) e muito menos até aos guarda-pó/retentores.

    É uma solução um bocado "idade da pedra" essa de virar a bike ao contrário, mas pelo menos funcionará e preservará a suspensão. :D

    Por outro lado arrisca-se a ficar com ar no circuito dos travões hidráulicos.:rolleyes: Ao menos, até ao momento da falta de travões é tudo suavezinho e amortecido... :D
     
    fabio viana likes this.
  19. fabio viana

    fabio viana Active Member

    Pelo menos quando desmontam a suspensão sai sempre óleo quando desapertam os parafusos do fundo.

    Mas agora também fiquei com uma duvida... para além de lubrificar os retentores quando se vida a bicicleta ao contrario, qual é o real motivo desse óleo?
     
  20. Joseelias

    Joseelias Well-Known Member

    Especulando um pouco, com base na minha experiência, poderá ser um sistema básico de controlo do retorno.

    Em 1999/2000 comprei uma suspensão Rock Shox Jett Race cujo controlo do retorno era feito através de óleo em banho aberto. Isto é, cada uma das bainhas tinha óleo dentro e as pernas tinham um mecanismo qualquer que controlava o retorno após a compressão. Sinceramente já não me recordo muito bem como era ao detalhe.

    A questão aqui é que ao contrário do que é normal, que é haver um botão na base das pernas que permite controlar a velocidade do retorno para mais rápido ou lento, naquela suspensão isso só era possível trocando a viscosidade do óleo (3 opções). Isto é, quem não soubesse que aquela suspensão tinha controlo de retorno, e ao desmontá-la não conseguisse identificar a função daquelas pequenas peças plásticas que tinha no interior não se saberia para o que servia...

    Será que é isso, tendo sido este um sistema que a RS usou? Mas também penso que seria publicitado pois era uma grande vantagem sobre todas as outras marcas nessa gama. :rolleyes:
     

Share This Page