"cornitos" no guiador: prós vs contras

#1
Quando comprei a minha bicicleta, em Fevereiro passado, adquiri simultaneamente os chamados "cornos" para o guiador.
O certo é que apenas os utilizo quando faço algumas séries de sprints ou em subidas pouco acentuadas e de curta duração, visto permitirem-me manter a mesma cadência e consequentemente manter um ritmo de andamento estável.
Nas subidas mais prolongadas (2/3 km), nunca os utilizo, pois noto que ao manter as mãos bastante próximas uma da outra, sinto que os vários músculos da perna, nomeadamente os isquiotibiais exercem uma maior pressão e permitem-me manter um andamento homógeneo.
Alguns colegas de treino já me falaram que, principalmente nos single treks com bastante vegetação, corro o risco de ficar com o guiador preso num qualquer ramo e consequentemente sofrer uma queda.
Quando me cruzo com outros companheiros, praticantes de BTT, apercebo-me que são mais os que não usam do que própriamente os que usam os ditos cujos.
Não sendo os ditos "cornos" um componente que é colocado para melhorar a estética da bicicleta, ou um mero acessório que apenas acrescenta peso, digam de vossa justiça acerca da importância de tais componentes, principalmente nas subidas.

Cumprimentos betetistas.
 
#2
Boas

Sou um bocado ao contrario de ti, soh os uso em subidas longas e dificeis tecnicamente, tambem sao porreiros quando se faz estrada

Agora por acaso nao os tenho na bike, mas costumo utiliza-los aquase sempre, tiro-os e ponho varias vezes por ano, eh conforme a onda :wink:

Esteticamente ficam bem numa bike com estilo xc racing, agora bikes com avancos com grandes graus de inclinacao e guiadores sobrelevados fica simplesmente detestavel
 
#3
Sou um adepto incondicional da utilização dos extensores.
Como vantagem, incrementam a performance, pois permitem “abrir” a caixa de ar, facilitando a respiração. São muito úteis nas subidas, quando se pedala em crenks e quando se rola a alta velocidade. Como inconvenientes, existe o perigo de ficarem presos na ramagem e de serem inestécticos. Contudo, e privilegiando a performance, considero que as vantagens superam largamente os inconvenientes.
 
#4
tb uso os extensores e acho que os prós compensam os contras. além do que já foi dito tb tem a vantagem da posição das mãos em longas distâncias uma vez que podes alternar a posição de condução... o único contra que existe é se ficarem presos nos ramos... a maior queda que vi foi à conta dissoa, a 5 metros de mim numa descida rápida... o eucalipto era pequenino mas já era sacaninha :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
 
#5
Já utilizei extensores na minha bike, mas agora não utilizo porque gosto de colocar as mãos bem afastadas no guiador,e não me consegui adaptar a guiar com os extensores, mas reconheço como já foi dito, que em estrada possibilita a variação de posição das mãos atunuando a dormencia das mãos, e em grandes subidas consegue-se um melhor rendimento
 
#6
Pois, eu quando ando de bike, passo mais tempo com as mãos nos extensores do que no guiador!

para mim, é muito mais confortavel ir com as mãos nos extensores mesmo a direito quanto mais a subir :shock:

Só não os uso a descer porque não consigo chegar à manete de travão :lol: :lol: :lol:
 
#7
Não me venham dizer que os extensores ficam feios numa bike de XC... eu adoro, acho que ficam muito bem!! :lol: :mrgreen: :mrgreen:

As vantagens, é mesmo a variação na posição das mãos e obteres uma posição melhor para subir e rolar... Nunca as utilizo em trilhos técnicos, quer seja a descer quer a subir porque além de se poderem prender, a maior desvantagem é não chegarmos aos travões, e por vezes, memso nas subidas é necessário chegar aos travões :D
Em estradão e estrada é do melhor :D
Penso que compensam as desvantagens, e enquanto pedalar com avanço invertido e guiador recto hão-de ser uma constante na minha bike...
abraços
 
#8
Eu não dispenso uns belos "cornos" :twisted: ...na bike!!!
Habituei-me e como todos dizem dá-me jeito nas subidas!
Nunca tive problemas em esbarrar em alguma coisa com eles , mas também tenho-os pequenos :twisted: :rotfl:
 
#9
Eu sou contra. Já vi acidentes bem feios à custa deles e todas as vezes que raspo a parte lateral da mão numa árvore penso, "ai jasus se tivesse extensores".

No que toca a mudar de posição das durante voltas compridas, consigo ir alternando, segurando de lado do guador, prendendo o volante com as palmas viradas para cima, etc.

Para quem faz muito quilómetro é capaz de valer a pena, mas em trilhos técnicos/singletrack apenas aumenta a possibilidade de iremos com os cornos (da cabeça!) contra uma árvore.

A escolher q sejam uns pequenitos.
 
#10
Eu sou dos que utiliza os extensores, tenho-os nas duas bicicletas e não os dispenso. Para além das vantagens já indicadas (rolar, subidas, mudar posição das mãos, etc..) acrescento mais uma. Sempre que é preciso virar a bike de pernas para o ar (reparar um furo, manutenção), esses "cornos" servem de apoio para não estragar os manipulos e o ciclometro :wink:

Só por uma vez a vegetação embirrou com os extensores, mas o motivo para isso foi mais o facto do guiador ter uma largura absurda.

No entanto já me safaram de uma queda :mrgreen:

Num trilho junto a uma vedação, a queda tornou-se inevitável, mas ao aproximar-me da vedação, o extensor do lado esquerdo ficou encaixado na vedação e a bike parou e não fui ao chão :mrgreen:

Para mim é acessório obrigatório nas bicicletas, apesar de a maior parte delas agora não os trazer de série, será por causa do peso?
 
#11
Também utilizo os extensores.

De facto as opiniões dividem-se, quanto á sua utilização.

Ambas as partes referem vantagens/desvantagens, uns dizem que é feio, que é perigoso em singletracks, que não favorece as performances, outros que facilita nas subidas, perrmite descansar as mãos alterando a posição das mesmas, etc.

Penso que cada um não deve alinhar em modas, e utilizar na maneira que mais gosta.

CD
 
#12
Apesar de também já ter caído por causa dos extensores, também já caí por causa dos pedais de encaixe ..... isto para dizer que na minha opinião os aspectos positivos compensam em muito os poucos aspectos negativos.

Além do que já foi mencionado, em caso de avaria dão um jeitaço, pois ao virar a bike de cabeça para baixo, todos os apetrechos que vão no guiador tais como o conta quilómetros nunca assentam no chão devido ao facto de serem os extensores a estarem em contacto com o chão. :wink:
 
#13
viva,
com a quase massificação dos guiadores sobreelevados, os "cornos" foram perdendo o seu lugar, até porque fazem sempre mais sentido num guiador recto do que num sobreelevado. embora haja companheiros que os utilizem em tiradas mais longas para irem variando a posição das mãos.
já andei com e sem "cornos" na bike, actualmente ando sem eles. para andamentos mais competitivos justifica-se o seu uso, para voltas mais "domingueiras" acho que não, na minha opinião.
outra desvantagem, e a razão da remoção da minha bike, é que "encurtam" a largura de um guiador recto em cerca de 4cm, no meu caso esses 4cm fazem-me muita falta.

boas pedaladas
 
#14
BOAS!
entre tantas respostas, mais uma....
Eu não uso, mas se existe para algo serve, e como muitos ja foi referido! Concordo quandoa lguém disse que as vantagens superam as desvantagens, por isso usem? olhem lá também ja pensaram quantas vezes os crancks e os pedais vos podiam fazer cair? também os querem tirar? Eu não uso pk tenho volante com elevação e não é normal, pk o volante não é bem para XC! Abraço
 
#15
Os chamados "avanços" ou "cornos" para quem mais gostar?!? têm uma função que está ligada a posições alternativas em cima da BTT para desentorpecer os músculos e uma função para o domínio da técnica de BTT, senão vejamos:

Quando passamos muitas horas em cima da BTT as mãos e zona dos pulsos começam a ficar doridos por estarmos muito tempo numa posição estática (contracção isométrica com consequente aumento do tónus muscular e possivelmente problemas de dormência das mãos - falta de irrigação sanguinea ou pressão sobre o nervo radial.). Assim aparecem os avanços (como eu gosto de os denominar) que permitem a colocação das mãos de diversas maneiras contribuíndo assim para a resolução do problema acima mencionado.

Em termos técnicos, quando estamos a pedalar em pé (subida, sprints, etc) a posição que as mãos adquirem quando estão agarrar os avanços é significativamente mais ergonómica que agarrar no guiador, uma vez que os pulsos estão sempre na continuação dos braços e portanto reduz-se ao minimo a possibilidade de traumatismos no pulso por torções. Ainda em termos técnicos em subidas de percentagens elevadas a distribuíção do peso do ciclista, quando este agarra os avanços (que estão avante do guiador) fica mais próximo da roda dianteira, trazendo-lhe estabilidade (mais peso sobre a roda - menos ginadas no guiador).

Agora que eu acho e alinho com quem quiser que há avanços lindos, minimalistas, sem peso????? e com um preço de 5€/G. É para quem quer. Eu tenho uns, bons, menos feios e não me custaram quase nada, àH é verdade faço tudo o que disse acima.

Um abraço a todos

Mário Alpiarça
 
#16
Eu estou a pensar colocar uns extensores de guiador agora.
Acima de tudo, porque me permitem ir mudando a posição das mãos, como já foi refrido, pelo que se torna mais confortável. Só não tinha considerado muito essa hipótese antes pelo facto de ter utilizado quase sempre um guiador sobreelevado e apesar de já ter visto várias bicicletas equipadas com este tipo de guiador e com os extensores, estécticamente acho que não resulta muito bem.
Mas o importante é o conforto ou a performance proporcionados, consoante os casos.
 
#17
Eu já tinha na bike antiga e dáva-me bem. :evil:
Quando troquei de bike mandei logo coloca-los na mesma pois digo-vos que me dão muito jeito, sinto-me bem por não andar sempre com as mãos na mesma posição o que me afecta um bocado, e com os avanços sempre serva para descançar mais. :sorry:
 

Alf

Active Member
#18
Re: "cornitos" no guiador: prós vs contras

Eu prefiro um bom guiador sobre-elevado sem bar ends, para não ficar preso nos ramos. Apesar de ajudar nas subidas, são são eles que nos puxam, por isso... :mrgreen: :mrgreen:

Se eu pusesse eram uns destes. Parecem menos mal, e não são muito grandes.

EDIT: Esqueci-me de dizer que usava aqueles por serem metade para a frente e metade para trás, assim não fica tão comprido nem tão feio.
 
#19
Sempre os usei dai já estar habituado a eles e a serem bastante úteis em certas subidas e também para ir numa posição diferente e mais relaxada... tenho uns da PRO e aconselho vivamente pois foram baratos e do mais leve que há.. :wink:
 
#20
Eu utilizei até pouco tempo atras.

As únicas vantagens que se ganham, não utilizando é: menos peso e estética (dependedendo dos gostos de cada um). Pessoalmente prefiro ver uma bike sem os barends e foi por esse motivo que os tirei. O que é certo é que não baixei o rendimento desde que não os uso. É uma questão de hábito.
Como já foi dito, é bom para colocar as mão noutra posição, reduzindo a fadiga.
É bom para quem faz estrada na BTT, o que já nã é o meu caso.
Em competição XC, acho até que é desnecessário, mas são opções pessoais!