E-MTB

DriveMe

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Comparativo interessante entre (1) Bosch Gen 5 naquela que foi provavelmente uma das melhores ebikes no passado recente com (2) a gearbox Pinion MGU montada numa Nicolai, e ainda (3) DJI Avinox, que provavelmente está um campeonato à parte em termos de bateria/peso/potência.
 

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2. Roda traseira DT Suiss EX 1700 30mm
Até à data nada a apontar (como esperado). Estava de olho na linha E, que será mais que suficiente, mas apareceu a EX a bom preço, e pronto.
A roda traseira está muito exposta a buracos, calhaus, saltos falhados.. A WTB original rapidamente ficou oval (mas nunca cedeu), e era um upgrade mais do que previsto.
4. HighRoller II WT 29x2.50" DD TR 3C MaxxTerra 120 Folding
Opção para a traseira, depois do Agressor.
É o melhor pneu que já tive na traseira.. durantes os primeiros 500kms!
Dps disso, é muito semelhante ao Agressor (sobretudo em terrenos secos e soltos, em que a traseira quer brincadeira). A verdade é que vou no segundo HR 2 na traseira, comprado meio impulsivamente.. pq gosto bastante do desempenho.. inicial.
Vai fazer o Inverno. Tenho uns meses para decidir qual é o próximo (estou tentado a voltar para o DHR 2 ou testar um Assegai.. sugestões?).

Bem, Isto envelheceu bem.
A roda não aguentou a tareia nem a falta de kit de unhas. O HR2 idem.
Entra no conjunto: DT Swiss FR 1500 Classic e Minion DHR 2 2.4 DH Casing.

O DHR2, na medida 2.6, é o modelo que equipa a Moterra, de origem.
Na traseira passaram um Agressor 2.5, dois HR2 2.5 e o próximo a experimentar seria o Dissector, sempre na perspectiva de perceber qual o melhor compromisso.

Penso que seja o atual.
Evidente maior resistência ao rolar (sobretudo em plano), resulta em menos 10-20% de acumulado nas voltas em E-MTB a ritmo elevado.
Por outro lado, a diferença de grip é grande. O acumulado perdido contorna-se com um ritmo mais baixo (em Tour).

Bom ano, boas pedaladas.
 
É uma bateria extra, normalmente com o formato de um bidão de água e que fica no local do mesmo.
A maioria dos fabricantes permite esta configuração.

Existem ainda alguns modelos de quadros, que permitem levar baterias maiores, mas são mais raros.


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lt1_amieiros.jpg
Foto nos Amieiros, já com algum pó.

Ora bem.

Já tinha decidido que iria trocar a máquina por algo com mais autonomia (ainda que tenha de andar mais para a esgotar).
Optei por me manter na Bosch. Gosto do motor, gosto da experiencia, e tb pelos 800w + 250w (range extender).
Optei por ficar na Cannondale e na BikeZone (Braga) porque a escolha pela anterior correu mais que bem (12mil kms, vem sempre"como nova" da revisão, a um custo bem aceitável).

A verdade é que quando este modelo saiu descartei quase imediato, porque queria "outro" equipamento.
Contudo, comecei a perceber o que equipava a bicicleta, e isso despertou-me curiosidade.

O maior "senão" é mesmo a maior resistência ao rolar (como esperado).
O pneu da frente é abusado e isso tem um custo. Contudo, é disfarçado, nas subidas, pelo motor.

O "podia ser melhor".
O quadro não vir preparado para receber o Kion 400c (muito sinceramente, passo bem sem isso, mas era fixe!).
Os cabos do dropper e do desviador estão uma confusão, no cockpit. A ver se é melhoravel qdo for à revisão.

Tudo o resto vejo como um upgrade.
Desce muito bem. Pede velocidade, pede pedal.
Rola muito melhor a baixas velocidades, até desligada. Excelente para tiradas maiores.
Os pneus agarram! Esqueci os Assegai (maxgrip) e o DHR2 (maxxterra), acho este conjunto superior.
Os travões convenceram-me rapidamente. São superiores aos Magura MT5. Contudo, diria que pastilhas e rotores não vão durar muito.
A transmissão é uma agradavel surpresa. Muito mais suave. Contudo, o elo rapido cedeu com poucos kms.
A Fox 38 Performance, apesar de flectir bem mais do que a ZEB, parece-me ligeiramente superior.
O motor permite personalizar 4 modos (e a verdade é que é preciso).

Outros pontos:
Selim dá um bom suporte, mas o conforto acaba passado hora e pouco. Deu lugar a um SMC Core Prime.
O cockpit parece-me ok: ainda não decidi se vou para um guiador maior (800 -> 820 ou 840), e/ou troque os punhos.
A posição dos manípulos para o dropper e shifter não estão no ponto certo, mas tb não tenho grande margem.
Cabos internos: vamos ver a conta qdo for à loja.

E é isto.
 

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Os motores da DJI abanaram sem duvida com o mercado.
E mesmo a bicicleta da Ampflow, tem tido bastante elogios.
Preços "normais" para uma ebike, bateria 800w, torque e power com fartura, e pesos entre os 21 e 23kg.

A Megamo entra na corrida com a Reason.
 
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