Pág 1 de 4 123 ... ÚltimoÚltimo
Mostrar resultados 1 a 10 de 39

Tópico: Ensaio em detalhe: Focus Raven 1.0 2011

  1. #1
    Se pedalares como falas... Avatar de 350plus
    Registo
    01-04-2005
    Local
    Maia
    Posts
    2106

    Ensaio em detalhe: Focus Raven 1.0 2011

    Ensaio Em Detalhe:
    Focus Raven 1.0 2011


    Texto: Eduardo Marques
    Fotos: Valentin


    A hardtail sem compromissos, destinada a ser usada nas pistas de XCO, é uma das configurações de BTT mais antiga e popular. Uma máquina leve, agressiva e equipada com componentes de elevada qualidade, que encabeça os catálogos dos fabricantes de renome, sempre acompanhada de um peso impressionante e um preço à medida. No entanto, o domínio destas bicicletas no mundo da competição tem sido cada vez mais ameaçado pelas máquinas de suspensão total que apresentam pesos cada vez mais reduzidos e crescente eficiência de pedalada. A Focus é uma das marcas que continua a acreditar e investir neste tipo de bicicleta e para 2011 apresenta a Raven 1.0, uma montra de tecnologia da marca germânica e dos fabricantes de componentes que com ela colaboram. A equipa do Thinkbikes teve a oportunidade de experimentar esta versão superlativa da Raven e a bordo dela procuramos perceber se ainda há lugar para a hardtail de competição num mercado inundado por bicicletas de suspensão total.


    Índice






    Quadro e Construção

    O quadro desta Raven 1.0 é uma peça totalmente produzida em compósito de carbono, de construção monocoque e com junções suaves e progressivas entre os principais elementos estruturais. Segundo a marca, o uso das técnicas de construção e os materiais mais recentes permite obter um peso que ronda as 950 gramas sem detrimento de rigidez. Este design foi pela primeira vez apresentado no modelo do ano passado e mantém-se praticamente inalterado para a temporada de 2011.

    Estudando este quadro, a atenção foca-se primeiro no triângulo frontal, dominado por grandes volumes e diâmetros substanciais que conferem enorme rigidez lateral e vertical. Como mandam as mais recentes evoluções tecnológicas, a testa é de formato cónico e prolonga-se para o espaço entre o tubo superior e diagonal, convertendo-se também num sólido e eficaz reforço desta zona.


    No triângulo traseiro as formas são bem mais esbeltas, com o claro objectivo de introduzir alguma cedência vertical para reduzir os impactos transmitidos pela roda traseira. A Focus chama a esta tecnologia de Elbowed Rearstay Comfort Design. A escoras superiores fazem parte desta tecnologia e chamam a atenção pela sua dimensão extremamente reduzida, conseguida apenas graças ás técnicas de construção mais recentes e ao uso de fibras de carbono de alta performance. A parte superior do tubo de selim está integrada de forma muito suave entre as escoras e o tubo superior, com um transição gradual e subtil que redirecciona as forças causadas pelo peso do ciclista sem criar pontos sobrecarregados. Graças a esta transição, a parte superior do tubo de selim tem um comprimento acima da média, algo que permite obter alguns dos benefícios de rigidez trazidos pelos espigões de selim integrados mas sem os problemas práticos associados a esta solução.


    Nas escoras inferiores, encontramos uma forma rectangular, optimizada para transmitir a força de pedalada de forma eficiente. As escoras apresentam também grande distância ao pneu, com amplo espaço para permitir a passagem de lama e detritos sem danificar o quadro. Conforme mandam as "regras" básicas da construção de quadros de carbono, a caixa do pedaleiro é construída de forma volumosa não só para garantir o alinhamento do quadro durante as acelerações mais pesadas mas também para alojar os sobre-dimensionados rolamentos do sistema BB30.


    Outro pormenor marcante deste quadro é o sistema de passagem de cabos interno. É certo que a passagem interna de cabos não é uma solução recente, mas a maneira como a Focus faz a implementação da mesma nesta bicicleta é muito bem conseguida. Os cabos entram na testa de uma forma muito directa e prosseguem por túneis moldados nas tubagens do triângulo dianteiro do quadro. Estes túneis formam uma espécie de nervuras que foram aproveitadas pelos designers da Focus para dar um tratamento visual muito distintivo à superfície do quadro: uma linha sobre-elevada que origina nas escoras superiores, segue até à testa do quadro e desce pelo tubo diagonal até à caixa do pedaleiro. Além das contribuições estéticas, esta nervura é também um reforço que contribui um pouco para a rigidez do quadro.


    As ponteiras traseiras são construídas totalmente em carbono, estando um obrigatório dropout substituível de alumínio aparafusado na ponteira direita. Na robusta ponteira esquerda encontramos uma montagem Postmount de travão de disco instalada na face superior da escora. O Focus Raven foi uma dos primeiros quadros de carbono a usar esta configuração para fixar a pinça do travão e a tendência tem se alargado a muitos outros modelos. As vantagens desta solução são inegáveis, permitindo um melhor suporte da pinça para reagir às forças geradas durante a travagem e uma melhor protecção da pinça aos danos.


    Em termos de acabamentos e pintura, este Focus Raven 1.0 é irrepreensível. A decoração usada é bastante complexa, alternando entre um dourado brilhante e um zonas de preto fosco onde encontramos carbono unidireccional exposto. Na zona inferior do tubo de selim, onde se faz a montagem do desviador dianteiro, encontramos uma secção revestida a um material mais aborrachado, com propriedades anti-escorregamento. Desta forma, a montagem do desviador dianteiro pode ser feita com recurso a menos força de aperto e reduz-se a hipótese de marcar ou danificar o quadro.



    Componentes

    O equipamento desta Raven 1.0 é uma autentica montra de peças de elevada qualidade. Uma parte significativa dos componentes é fornecida pelo grupo SRAM, um conjunto que inclui a transmissão completa, travões e suspensão. O modelo de forqueta escolhido pela Focus para equipar esta máquina é nada menos que a SID XX World Cup, o topo de gama absoluto das suspensões de XC produzidas pela Rock Shox. Dotada de coroa e tubo de direcção em carbono, bainhas leves e reforçadas, eixo passante QR15 e bloqueio hidráulico, está na vanguarda das tecnologias usadas em forquetas de suspensão. O seu comportamento é muito agradável, equilibrando bons níveis de sensibilidade com a capacidade de absorver impactos mais fortes sem esgotar o curso. Como é típico das Rock Shox com sistema de dupla câmara de ar, a afinação não é um processo imediato e requer alguma experimentação para que se consiga extrair a máxima performance. O funcionamento do bloqueio hidráulico é agradável, permitindo um funcionamento mais consistente e que requer menos esforço de actuação que um sistema de cabo. A integração perfeita deste bloqueio com os restantes controlos dos sistema XX é um pormenor distintivo que separa a SID XX das restantes suspensões.



    A transmissão está toda entregue ao grupo SRAM XX. Muita tinta já correu sobre o primeiro grupo de 10v velocidades dedicado ao uso em BTT e, esquecendo as considerações sobre o custo dos componentes, as opiniões são todas extremamente positivas. As nossas experiências com esta transmissão corroboram esta opinião geral, tendo ficado sempre muito agradados com o funcionamento geral dos desviadores, shifters e manípulos. As passagens de mudanças são honestas e directas, com um excelente feedback mecânico a acompanhar todos os movimentos. Os rácios mais próximos da cassete são realmente úteis e foram um dos principais motivos para a migração em massa de muitos grupos da SRAM e Shimano para 10v.


    A opção de usar o grupo SRAM XX completo reflecte-se também na travagem, onde encontramos os travões do mesmo grupo. A Raven 1.0 que ensaiamos tinha uma ligeira modificação neste capítulo, trocando os discos Avid CleanSweep X (185 mm frente, 160 mm trás) por discos Magura Marta SL (160 mm frente e trás). Mesmo com esta redução de diâmetro na frente, os travões XX estiveram à altura de todas as exigências, com ampla potência de travagem e boa doseabilidade.




    A marca italiana 3T não é conhecida por ter uma grande presença no BTT mas fornece os três periféricos chave desta montagem. Na direcção encontramos um guiador recto XIDA Team unido a um avanço ARX Team. Este guiador de carbono apresenta uma largura de 640 mm e a posição em que coloca os controlos pareceu-nos extremamente acertada para o uso em XC competitivo. O espigão de selim é um Doric Team Carbon, de construção ligeira e com uma sistema de fixação de selim bastante robusto. Os acabamentos destas peças são irrepreensíveis, colocando a 3T a jogar no patamar das marcas mais conceituadas e populares de componentes.


    De Itália vem também o selim, um fi'zi:k Tundra 2, devidamente decorado com tonalidade dourada para acompanhar o quadro. Este selim tem uma forma marcadamente plana que poderá não ser do agrado de todos, mas é forrado com um revestimento almofadado muito suave e apresenta uma construção de boa qualidade. Os punhos originais que equipam a Raven são também fornecidos pela fi'zi:k, mas na bicicleta específica que testamos tinham sido substituídos por um par de ESI Grips Racer's Edge, cujo ensaio publicamos recentemente nesta secção.


    As rodas que equipam esta máquina são obra da DT Swiss, produzidas com todo o know-how marca helvética. As XRC1350 fazem uso de toda a tecnologia clássica da DT Swiss nos seus cubos e raios (apenas ficam a faltar os rolamentos cerâmicos para que surgem apenas no modelo XRC1250) mas acrescentam a relativa novidade do uso de carbono nos aros . O resultado final é um par de rodas com cerca de 1350 gramas sem apertos e com rigidez lateral bastante acima do que seria de esperar numa roda com este peso. Para muitos, o uso destas rodas pode ser ainda um pouco desconcertante pois a tecnologia que permite construir aros de carbono com este peso reduzido é ainda muito recente. Mas após algum tempo de uso as dúvidas dissipam-se e torna-se evidente que o carbono chegou para ficar ao mundo das rodas de gama alta. Agora que os aros de alumínio estão a chegar ao limite do seu potencial de desenvolvimento, vamos certamente ver as grandes marcas a investir no carbono como caminho para redução da massa rotativa.


    Montados nas rodas DT Swiss encontramos um par de pneumáticos Continental, modelo X-King na dimensão 26x2.4. Esta largura anunciada de 2.4 polegadas deve ser encarada como sendo um fruto do marketing pois na realidade são pneus que se aproximam mais de um largura de 2.2, mas com uma forma de balão pronunciada. Estes fazem parte do conceito de pneu de XC competitivo avançado nos últimos anos pelos maiores fabricantes germânicos de pneus, descartando o ideal clássico do pneu ultra-fino e excessivamente ligeiro e introduzindo em seu lugar pneumáticos de elevado volume com tacos baixos mas numerosos. Procura-se assim obter um amortecimento superior, mais aderência e, de forma contra-intuitiva, menos atrito porque o pneu deforma-se menos na sua maior área de contacto com o solo. Na prática, estes X-King confirmam a teoria pois demonstraram-se sempre muito eficazes nos terrenos típicos de XC aos quais os sujeitamos. Muito controláveis no limite, com boa aderência em subidas de piso complicado e um nível de conforto inesperado numa hardtail de competição.

    Nos trilhos

    Pode-se resumir o comportamento desta Raven 1.0 numa frase chave: Agressiva e sem compromissos. Este modelo de topo da gama Raven é todo ele optimizado para andar depressa e reagir instantaneamente a cada pedalada e comando de direcção. O conjunto quadro, direcção, rodas e transmissão é solido, uma cadeia de componentes de carbono sobre-dimensionados que transmitem todas as força de pedalada da maneira mais eficaz possível. Nesta bicicleta é uma delicia sair de uma curva apertada e rapidamente acelerar até a velocidade de cruzeiro. Pudemos testar a Raven nalgumas pistas locais de XC e ficamos sem dúvidas de que ela se sente perfeitamente em casa neste tipo de circuito, ideal para os constantes disparos de aceleração, para as rampas e curvas sucessivas. Por incrível que pareça, durante a aceleração em zonas de bom piso o comportamento geral assemelha-se ao de uma boa bicicleta de estrada, existindo uma facilidade em ganhar velocidade que motiva o atleta a acompanhar a resposta da máquina.


    Sendo uma bicicleta com geometria clássica de XC, encontramos um excelente comportamento em subidas. Estejamos em pé ou sentados, temos sempre uma posição de ataque apropriada para vencer as pendentes do terreno. Por muito refinados que sejam os sistemas de suspensão traseiros das alternativas de suspensão total, nenhuma consegue emular a estabilidade em subida de uma hardtail. Em subidas técnicas a Raven também se defende muito bem, com adequada altura do pedaleiro, boa tracção conferida pelo pneus e a sempre valiosa ajuda que um peso de apenas 9 kg confere. Nas zonas realmente complicadas basta bloquear a suspensão e colocar o peso sobre o guiador para extrair o máximo das capacidades de subida. Quanto à transmissão XX, com o seu sistema 2x10, é óbvio que deixa de fora algumas das relações de transmissão mais úteis para as subidas complicadas. Mas raramente notamos a sua falta pois nesta bicicleta somos convidados a subir sempre no limite. Face ás pretensões competitivas desta máquina, o 2x10 é uma configuração de transmissão que faz muito sentido.


    Sendo uma hardtail de XC, naturalmente que não se espera que esta bicicleta seja especialmente dotada nas descidas. Mas a realidade é que esta Focus Raven 1.0 apresenta-se como muito capaz nos trilhos descendentes. É extremamente estável e controlável, principalmente devido à geometria e construção do quadro que permite um nível de absorção de vibrações muito perceptível. Sendo uma hardtail, não é um comportamento focado no conforto, pois o triângulo traseiro rígido acaba sempre por transmitir os impactos de uma forma viva. Em contrapartida é soberba na resistência ás torções e flexões. Estas características do quadro associam-se à rapidez de resposta da suspensão para tornar especialmente estável em descidas com piso solto e irregular, permitindo um controlo direccional muito preciso. Apresenta uma excelente compostura em qualquer situação, gerando bons níveis de confiança para seguir até aos limites.



    Em suma

    A Focus Raven 1.0 faz parte a um grupo muito restrito de bicicletas, as máquinas de topo onde o preço não é obstáculo para obtenção de uma montagem de extrema qualidade e um peso final reduzido. A Raven 1.0 é uma máquina que faz uso de todas as tecnologias mais modernas e os componentes mais avançados e leves, uma montra tecnológica da marca Focus. As suas capacidades no terreno são impressionantes, com excelente dinâmica nas várias situações que o XC competitivo exige. Sendo uma máquina quase sem defeitos, o preço astronómico de 6500 euros atira-a para um patamar inacessível para a esmagadora maioria dos praticantes de BTT mas é bom saber que graças às necessidades dos atletas de topo ainda existe uma contínua e forte evolução da hardtail de XC sem compromissos.






    Ficha Técnica do Quadro
    • Material do quadro: Compósito de carbono
    • Curso máximo permissível de suspensão frontal: 100 mm
    • Tamanhos disponíveis: X, S, M, L, XL
    • Caixa de direcção: Cónica (Rolamento superior 1.1/8” e inferior 1.5”)
    • Diâmetro espigão de selim: 31.6 mm
    • Aperto de espigão de selim:
    • Tipo de desviador da frente: High mount, Top Pull
    • Caixa do eixo pedaleiro: Standard BB30
    • Linha de corrente: 49.5 mm
    • Dropout traseiro: 135 x 9 mm
    • Passagem de cabos: Interna



    Componentes da Bicicleta Testada
    • Quadro: Focus Raven XC Full Carbon
    • Suspensão: Rock Shox SID World Cup XX, 100 mm curso, eixo QR15
    • Manípulos: SRAM XX Trigger
    • Desviador F: SRAM XX High mount
    • Desviador T: SRAM XX
    • Pedaleira: SRAM XX 2.2, 48t-28t, eixo BB30 integrado
    • Cassete: SRAM XX, 10v, 11-36t
    • Corrente: SRAM PC-1091R 10v
    • Travões: SRAM XX (Com discos Magura Marta SL de 160 mm nesta montagem específica)
    • Rodas: DT Swiss XCR-1350, aros de carbono, eixo QR15
    • Pneus F/T: Continental X-King, 55-559 (26x2.4), montados em tubeless.
    • Selim: fi'zi:k Tundra 2 K:IUM
    • Espigão de Selim: 3T Doric Team Carbon, 31,6 mm
    • Avanço: 3T ARX Team
    • Guiador: 3T Xida Team, recto, 640 mm de largura.
    • Punhos: ESI Grips (Racer's Edge)


    • Importador: Tecnocycle
    • Peso: 9,0 kg (sem pedais)
    • Preço: 6499 €



    Geometria

    Para o tamanho M testado:
    • HTA - Ângulo de direcção:71°
    • STA - Ângulo de selim: 73°
    • ETT - Tubo superior efectivo : 595 mm
    • ST - Tubo selim: 480 mm
    • HT - Tubo direcção: 130 mm
    • CS - Escora inferior: 425 mm
    • SO - Standover: 800 mm
    • BB - Altura da caixa do pedaleiro: 295 mm
    • WB - Distância entre-eixos: 1169.7 mm

    Geometrias de outros tamanhos

    Agradecimentos

    O staff do FórumBTT agradece ao importador Tecnocycle e à loja Firstbike a cedência da bicicleta de teste para a realização deste ensaio.

  2. #2
    Domina as técnicas de queda Avatar de marcoarouca
    Registo
    11-05-2006
    Local
    VN Gaia / Arouca
    Posts
    96
    Mais uma excelente análise. Os meus parabéns.

    A bicicleta está fantástica, tanto em termos de componentes como de geometria.

  3. #3
    Pedala tanto que tem os Cranks polidos! Avatar de Oscarfilipegmbh
    Registo
    04-06-2008
    Posts
    259
    Mais um dentro daquilo a que o pessoal já esta habituado . Profissionalismo

  4. #4
    Domina as técnicas de queda
    Registo
    06-01-2007
    Local
    Mira De Aire
    Posts
    91
    Parabéns pelo ensaio, está muito bom, como já vem sendo habito.
    Quanto a bicicleta, o quadro é fantástico! Com excelentes pormenores, de encher o olho a qualquer um. A colocação da pinça de travão na parte interior da escora, está brutal.

  5. #5
    Se pedalares como falas... Avatar de JNR
    Registo
    20-10-2009
    Local
    Capital
    Posts
    1024
    Em relação ao artigo, mais uma vez, apenas posso dizer que é melhor que muitos que já li em revistas de especialidade (e não só).

    O quadro, apesar de à 1ª vista ser mais um (então a vista lateral/perfil...) apresenta depois muitos pormenores interessantes a credito que a qualidade de construção continue em alta.

  6. #6
    Usa Triciclo Avatar de xbikestomas
    Registo
    19-04-2011
    Local
    Paços de Ferreira
    Posts
    8
    a bicicleta é fantástica... A todos os níveis... Até as cores!

  7. #7
    Se pedalares como falas...
    Registo
    07-08-2004
    Posts
    2770
    Já tive o prazer de ver uma máquina destas ao vivo e gostei bastante. Excelente análise. Simples, concisa e direta.
    Parabéns e continuem com o bom trabalho.

  8. #8
    Domina as técnicas de queda Avatar de acarloscc
    Registo
    03-03-2011
    Posts
    98
    quadro muito bonito! lindíssimo o jogo entre o preto e o dourado.

    excelente análise (mais uma)!

  9. #9
    Trata por tu os "desmontas" Avatar de Pauloruy
    Registo
    04-01-2009
    Local
    Norte
    Posts
    108
    Maquina lindissima....Brutal mesmo!!!! Uma autêntica xc de competição.
    PauloRuy

  10. #10
    A força é tanta que parte correntes Avatar de pauloreis
    Registo
    06-12-2010
    Local
    SMF
    Posts
    223
    Bela analise 350plus..Esta bina está repleta de bom gosto. O preço é que corta a respiração 1.38€ a grama!!

Tags deste tópico

Regras

  • Você não pode colocar novos tópicos
  • Você não pode responder
  • Você não pode adicionar anexos
  • Você não pode editar as suas mensagens
  •