Santa Cruz 29er Tallboy LT

Ora aqui fica um video que fiz nas férias da Pascoa, com a Tallboy gentilmente cedida pela Pernalonga, e um muito obrigado ao César.

Espero que gostem, o tempo não deu para mais.

[video=vimeo;63144439]http://vimeo.com/63144439[/video]
 
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Eu sei, estava a brincar. Muita pedra molhada, ainda por cima com aquela especie de musgo por cima... Excelente pra um gaijo mandar um tralho monumental e ficar no meio do mato empenado... Ainda por cima trilhos k estam quase tds cheios de agua e de erva por ser cedo na epoca e não terem muito movimento, não se vê ou calcula-se mal a trajectoria... Mas isso é k faz o MTB!!! Boas pedaladas Surfas.
 
Ha mais de 6 anos que tenho o prazer de pedalar em máquinas Santa Cruz. Costumo dizer que sou o mais antigo Santeiro em Braga, embora o Rui da Procycle afirme ser ele :), e desde entao tenho um sério problema: não consigo ter em conta outras bicicletas, que não sejam Santa Cruz.
Em 2007 montei a minha primeira Nomad. Quando via fotos na NET ou nas revistas babába-me... tinha que ter uma, nao queria saber se 160mm de curso eram muito ou pouco, tinha que ter aquela máquina. Comprar um quadro e peças separadas, ainda hoje não é barato, mas na altura era de facto caro, obrigava a desenbolsar uma quantia avultada e não estava preparado para o fazer... Tinha que encontrar uma solução, e então, pensando “fora do quadrado”, fiz as contas, comprei uma mondraker Foxy R, retirei-lhe todos os componentes e montei no quadro Nomad. Tive sorte, vendi logo o quadro Foxy e o sonho tinha-se concretizado, por valores relativamente aceitáveis :).
A Nomad era (e é) uma bike de eleição, e em 2009, quando saiu o Nomad 2, nao resisti e fiz a troca, bike que mantive (a par de uma Superlight que montei para voltas mais “light”) até ha mais ou menos um mês atrás.
Mas 6 anos depois da primeira Nomad, era tempo de mudar... precisava de algo mais "light", mas que ao mesmo tempo, me permitisse umas aventuras por trilhos mais agrestes, e depois de um ano de namoro, o negócio concretizou-se e hoje sou um feliz proprietário de uma Tallboy LTc.
Nao quero levantar falsas suspeitas, pois tenho apenas 1 mês com esta máquina, mas não lhe consigo encontrar defeitos... :), e por isso, vou arriscar dizer que se calhar..., se calhar..., a TallBoy LTc, é mesmo a mais completa bike do planeta... :).
Aqui ficam algumas fotos da máquina:

 
Só me falta experimentar a SOLO ou agora 5010, mas de todas elas a que mais gostei é .... NOMAD carbon. Pela estética, peso, resistência e pelos 160mm que funcionam, a subir que achei impressionante como ela trepa em relação à minha anterior BLT e a descer que dá uma confiança, que faltava à BLT.

A Tallboy LTC gostei bastante mas continuo a preferir uma 26", principalmente porque por aqui Monsanto e Sintra e algumas partes da Arrábida os trilhos são MUITO estreitos, com curvas bastante agressivas e mudanças de inclinações agrestes.

Penso que não uma ou outra sejam a melhor, depende dos trilhos por onde se anda, os kms que se façam, o tipo de btt enduro/xc ... a altura do betetista ...
Como também sou Santeiro desde 2002, acho que a colecção Tallboys, Bronson, Solo estão muito idênticas a nível estético e a NOMAD nesse campo BATE TODAS :D mas é como o Joe diz se é algo testado e provado ... não se mexe.

Agora amigo Peaty, essa azul é LINDA!!!!!! É só Rock Riders com Santas e o amigo Green já o vi a pedalar com alguém que tem uma LTc amarela.
 
Só uma sugestão, esses Continental são fracotes para o que a LTc pode dar, experimenta uns Schwalbe Hans Dampf 2.35 com Trailstar na frente e Pacestar atrás, ficas com bastante mais tracção tanto em seco como molhado, mais confiança e não perdes nada no rolar.

 
Surfas, quando em 2007 comprei a primeira Santa, costumava dizer que tinha um sonho... “um dia todos os meus amigos andarão de Santa Cruz” :)... a coisa de facto ja esteve mais longe, e pelo menos os mais próximos, já estão efetivamente a pedalar com Santas. Nomad, Bronson e Tallboy LT, são de facto as mais dominantes.
Dois deles investiram recentemenente nas Bronson, como a do amigo ZCC acima, uma delas com XX1 e ENVE, que está brutal, andei durante algum tempo indeciso, mas como o namoro com a Tallboy LT já era antigo, decidi, e para já, estou de facto maravilhado.
Sem dúvida, que a utilização e os trilhos que normalmente fazemos, marcará a diferença, na hora de comparar-mos, mas para o meu tipo de utilização e para o tipo de trilho mais perdominante nesta zona, acho mesmo que é a minha bike ideal :)... é curioso, que mesmo nas zonas mais apertadas, com curvas mais fechadas, nem aí estou a sentir perda, mas perderá certamente em “ganchos” mais apertados, aí não ha nada a fazer, o tamanho da roda está lá para o bem e para o mal...
Os pneus Continental, foi a unica escolha possivel para ter a bike montada no fim de semana em que chegou o quadro :)... a minha escolha recaía como de costume nos Maxxis, Ardent a trás e High Roller à frente, mas para já sobrevivo com os Continental, rolam efetivamente bem, podiam ter mais aderencia, é certo. Os Hans Dampf, são uma hipotese muito válida, tudo o que tenho lido sobre eles dizem maravilhas. Aqui em Braga, ainda nao vi nenhuns, mas estou muito curioso sobre eles.
 
Já ando com uns + de 1 ano, atrás passei de Maxxis Advantage 2.1 LUST para os Hans Dampf 2.35 Pacestar, em estrada não notei diferença alguma, mas no mato bastante mais tracção e o peso é ela por ela. Na Pascoa estive em Ponte de Lima com a Tallboy LTc e tinha esses pneus, pensava que eram piores, mas a LTc pede algo mais agressivo, pois o quadro dá para abusar bem dele.

O XX1 para mim a par com os Reverb são das melhores invenções do BTT, assim que me meti na Nomad e vi que não perdi nada nas subidas e ganhei bastante mais nas descidas, fui logo trocar a minha transmissão que era mistura de XTR com Sram X0 de 2007.
Outra boa combinação e pneus é Maxxis Minnion 2.3 na frente com Ardent atrás que agora vêem tubeless ready que poupa-se no peso.