PORTUGAL o pior pais para viver....

Querem ver corrupção ?? Soube este fim de semana passado k na minha aldeia existe um cromo k paga ... sim PAGA 50 euros aos velhotes da aldeia e adjacentes para votar no gj k lhe interesse mais ao bolso... Como é unico na função profissional dele na zona, mantém assim o monopólio do mesmo sempre exclusivo e as câmaras dificultando a vida aos concorrentes... Chega mesmo em concordância com gjs da mesa em ir ao biombo de voto com os velhotes e apontar no impresso o gj em k votar...
Fdx... Digam lá o k é isto ... E se e assim para as câmaras imaginem para ministérios e afins...
 
Querem ver corrupção ?? Soube este fim de semana passado k na minha aldeia existe um cromo k paga ... sim PAGA 50 euros aos velhotes da aldeia e adjacentes para votar no gj k lhe interesse mais ao bolso... Como é unico na função profissional dele na zona, mantém assim o monopólio do mesmo sempre exclusivo e as câmaras dificultando a vida aos concorrentes... Chega mesmo em concordância com gjs da mesa em ir ao biombo de voto com os velhotes e apontar no impresso o gj em k votar...
Fdx... Digam lá o k é isto ... E se e assim para as câmaras imaginem para ministérios e afins...
Nice.... :cool:

O problema é que isto não acontece apenas em Portugal! :fpalm:
 
Este excelente e nostálgico texto comprova que a palavra "rasca" pode ser muito relativo, assim como o adjectivo "pior".


"As pessoas têm a memória muito curta, na verdade. Geração à rasca foi a minha :

Foi uma Geração que viveu num país vazio de gente por causa da emigração e da guerra colonial, onde era proibido ser diferente, pensar que todos deveriam ter acesso à saúde, ao ensino e à segurança social.

Uma Geração de opiniões censuradas a lápis azul. De mulheres com poucos direitos, mas de homens cheios deles. De grávidas sem assistência e de crianças analfabetas.
A mortalidade infantil era de 44,9%. Hoje é de 3,6%.

Que viveu numa terra em que o casamento era para toda a vida, o divórcio proibido, as uniões de facto eram pecado e filhos sem casar uma desonra.
Hoje, o conceito de família mudou. Há casados, recasados, em união de facto,
casais homossexuais, monoparentais, sem filhos por opção, mães solteiras porque sim, pais biológicos, etc.

A mulher era, perante a lei, inferior.
A sociedade subjugava-a ao marido, o chefe de família, que tinha o direito de não autorizar a sua saída do país ou de ler-lhe a correspondência.

Os televisores LED, ou a 3 dimensões eram uns caixotes a preto e branco onde se colocava à frente do ecrã um filtro colorido, mas apenas se conseguia
transformar os locutores em ET’s desfocados.

Na rádio ouviam-se apenas 3 estações – a oficial Emissora Nacional, a Católica Rádio Renascença e o inovador Rádio Clube Português. Não tínhamos então os Gato Fedorento, mas dava-nos imenso gozo ouvir Os Parodiantes de
Lisboa, ou a Voz dos Ridículos.

As Raves da época eram as festas de garagem, onde de ouvia música de vinil e se fumava liamba das colónias. Nada de Bares ou Danceterias. As Docas eram para estivadores, e O Jamaica do Cais do Sodré para marujos.


A “Night” era para os boémios. Éramos a geração das tascas, das casas de fado e das boites de fama duvidosa. Discotecas eram lojas que vendiam discos, como a Valentim de Carvalho ou a Vadeca.

As Redes Sociais chamavam-se Aerogramas, cartas que a nossa juventude enviava lá da guerra aos pais, noivas, namoradas ou madrinhas de guerra.
Agora vivem na Internet, ora alimentando números de socialização no Facebook, ora cultivando batatas no Farmville. Os SMS e E-Mails cheios de "k" e vazios de assentos eram as nossas cartas e postais ou papelinhos contrabandeados nas aulas.

As viagens Low-Cost na nossa Geração eram feitas por via marítima. Quem não se lembra do Niassa, do Timor, do Quanza, do Índia entre outros, tenebrosos navios que, quando embarcávamos, só tínhamos uma certeza - a viagem de ida, quer fosse para Angola, Moçambique ou Guiné.

Ginásios? Só nas coletividades. Os SPAS chamavam-se Termas e só serviam doentes. Coca-Cola e Pepsi? Eram proibidas. Bebia-se laranjada, gasosa ou pirolito.

Na minha geração, dos jovens só se esperava que fossem para a tropa ou emigrassem.
Na minha Geração o país, tal como as fotografias, era a preto e branco".
 
Mas a culpa em relação a esta noticia, e nossa o Zé Povinho, nós é que lhe damos o dinheiro, nas suas brutais cadeias de distribuição, qual é a novidade??????
 
A novidade é a de que agora o Capitalismo é mesmo brutal, onde os "tubarões" grandes lá de fora comem os "atuns" cá de Portugal.

Analisem lá isto :

"Staples-Office Center" > provoca rombo nas vendas da "Ambar"

"IKEA" > provoca rombo nas vendas da "Moviflor"

"LIDL" > provoca rombo nas vendas do "Continente"

"MediaMarket" > provoca rombo nas vendas da "Rádio Popular"

"Leroy Merlin" > provoca rombo nas vendas no "Aki" e "Maxmat"


E agora leiam a grande diferença entre uma ecónomia ter mais importações que exportações :

O ANTÓNIO, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).
Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.>
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego. Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes. Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...
REFLICTA....
Este mail deve ser enviado às empresas e ao consumidores portugueses.
O Ministério da Economia estima que se cada pessoa consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria não sei quantos postos de trabalho. Ponham o mail a circular. Pode ser que acorde alguém.
Recebi este mail há mais de 2 anos...
 
Last edited:
Staples-Office Center"

"IKEA"

"LIDL"

"MediaMarket"

"Leroy Merlin"
estas grandes superfícies vieram dar emprego a milhares de pessoas.
Alem disso a concorrência aumentou, a variedade de produtos aumentou, os preços são para todos os gostos e bolsos, o consumidor ficou a ganhar.
 
Mas será que Portugal é mesmo o pior país para se viver?
Não creio, quando se ouvem certas notícias vindas de países supostamente civilizados e desenvolvidos, colocados sempre nos píncaros se comparados com o nosso.
Como comentam esta de em França surgir uma praia onde é proibido fumar? Será que esta praia está debaixo de tecto? Será que os ventos marítimos não se fazem sentir no local? Ou será que a crise mundial em que vivemos longe de ser simplesmente económica, como muitos pretendem transmitir, é muito mais de valores, de falta de respeito pelos direitos dos outros. Que se proíba em espaços fechados aceito e até concordo (desde que em paralelo se criem locais onde os fumadores possam estar) agora em espaço aberto...
Por norma estas ideias a rondarem o absurdo tinham uma nacionalidade, norte-americana (em Nova Iorque ou está já em vigor ou vai estar a proibição de fumar nas ruas), a Europa até pela sua vetusta história aprendeu há muito a ser tolerante e a respeitar os direitos humanos, muito antes de todos os outros. Infelizmente essa vantagem está-se a perder.
Qual será então o melhor local para viver? sinceramente não sei mas seguramente qualquer tribo perdida por esse mundo fora será mais justa e equilibrada.
 
estas grandes superfícies vieram dar emprego a milhares de pessoas.
Concordo, mas ao mesmo tempo veio abalar a nossa ecónomia...ou não??
É o tal pau de 2 bicos - constrói-se desmesuradamente este tipo de empresas, semeiam-se postos de trabalho só para os numeros das estatísticas do desemprego não parecerem tão baixos e depois passados uns anos ou fecham eles, ou fecham as empresas nacionais...e toca a vir mais gente para a rua.
Neste momento é exactamente isso que se está a passar nalgumas dessas que apontei e na "Ambar" por ex. (isso e um problema de má gerência).

O problema que não estás a ver é em que tipo de condições e qual o tipo de contractos é que esses trabalhadores vão trabalhar.

Portugal é quase de certeza o país da europa a ter mais centros-comerciais por m2. Também criam muitos postos de trabalho, pelo menos no inicio, mas para mim são autênticas armadilhas para fazer o pessoal gastar mais dinheiro...que por vezes não tem (crédito mal parado). Isto com a conjectura actual vai mudar, pelo menos por um tempo, mas este fenómeno é muito fácil e ao mesmo tempo muito dificil de explicar devido á sua complexidade.

Existem vários factores para nos encontrarmos actualmente nesta situação, parte por culpa dos nossos governantes, parte por culpa da banca e parte por culpa do povo português.
 
"Leroy Merlin" > provoca rombo nas vendas no "Aki" e "Maxmat"
Pois... Leroy Merlin é a dona do AKI..

Eu acho que as grandes supreficies acabaram foi com as lojinhas de esquina, essencialmente essas é que ficam a sofrer com mais e mais centros comerciais a abrir, mas em contrapartida quando um abre, abrem-se muitos mais trabalhos para as pessoas.

A sorte de uns é o azar de outros...A loja de esquina fecha 2-3 pessoas ficam sem emprego, abre um centro comercial e ganham-se 300 postos de trabalho.
As lojas para se manterem abertas a vender menos, aumentam os preços....ciclo vicioso este.

Quanto PT ser o pior...há bem piores, olha a Grécia... pessoalmente se me surgir uma oportunidade para ir para fora agarro-a logo.
 
Eu acho que as grandes supreficies acabaram foi com as lojinhas de esquina, essencialmente essas é que ficam a sofrer com mais e mais centros comerciais a abrir
Pois é Holy, mas isto só acontece no inicio, no momento em que abrem os Centros Comerciais. Depois, passados alguns anos, é vê-los desertos, sem clientes e com lojas fechadas!

Isto é o tal pau de 2 bicos, de que fala o Mach 4

constrói-se desmesuradamente este tipo de empresas, semeiam-se postos de trabalho só para os numeros das estatísticas do desemprego não parecerem tão baixos e depois passados uns anos ou fecham eles, ou fecham as empresas nacionais...
O problema é que vendemos o que importamos e não o que produzimos! Se continuarmos assim, não há economia que resista!
 
O problema é que vendemos o que importamos e não o que produzimos! Se continuarmos assim, não há economia que resista!
Por isso coloquei aquele irónico texto do "ANTÓNIO", onde explica exactamente isso.
Aliás, essa é a regra base nrº 1 para uma forte ecónomia.

Centro Comercial "Dallas"
Centro Comercial "Londres"
Centro Comercial "Venepor"
Centro Comercial "Brasília"
Centro Comercial "York"
Centro comercial "Stop"
Centro Comercial "Itália"

São alguns dos mais antigos centros aqui do Porto.
Uns já encerraram de vez, outros estão só com algumas lojas abertas, outros são mesmo "Centros Fantasma".

Eram todos mais pequenos do que os novos (bem maiores) que os vieram substituir.
Vamos ver o que vai acontecer daqui a alguns anos a esses...
 
Holy como dizes e bem,

As lojas para se manterem abertas a vender menos, aumentam os preços....ciclo vicioso este.
- É um erro e acaba por ser um ciclo vicioso!

A solução das lojas é cortar na Despesa, por exemplo, na electricidade!

Acontece o mesmo com o nosso Estado Português, para se conseguir manter a despesa, tem-se aumentado os impostos - É um erro e acaba por ser um ciclo vicioso!

A solução é também cortar na Despesa!
 
Mach 4

Uns já encerraram de vez, outros estão só com algumas lojas abertas, outros são mesmo "Centros Fantasma".
"Centros Comerciais Fantasma" é o que começa haver cada vez mais em Portugal porque não há poder de compra!
 
E ainda bem que actualmente ñ há poder de compra...sinal que as pessoas estão a ganhar juízo em relação aos créditos...isto tem obrigatoriamente de mudar para o seguinte:quem pode compra, quem ñ pode ,tem de se contentar com algo mais barato...assim funcionava antes do euro e ñ existia a altíssima taxa de endividamento que existe actualmente.
 
Nao penso que sejam fantasma...eu quando vou ao cinema bem vejo os corredores cheios de pessoal que para lá vai passear...ou seja os centros estao cheios...mas ninguem compra basicamente nada!