Como segunda bicicleta, para dar umas voltinhas em locais soft como alguns já mencionados, tipo a junto a Oeiras ou zonas como o Parque das Nações, zonas tipo calçadão quase sempre a direito, era capaz de ter uma SS.
Mas para passeios no meio do mato, onde gosto de andar, com subidas aqui e acolá, que não necessitam ser muito acentuadas, com todo o respeiro pelas opiniões diferentes, não me convencem.
Aliás, as bicicletas de btt, como outras, mas neste caso especifico do btt, com todas as alterações que foram surjindo, suspensões, amortecedores, desviadores, travões de disco hidráulicos, etc, etc, são acima de tudo inovações a nivel tecnológico, que espelham a pesquisa que é efectuada nesta área.
Para mim, seria um retroceder em termos de tecnologia e conforto, quase como ter-se inventado a roda e a carroça e continuar a andar a pé, com mais esforço.
Por ultimo, uma palavra sincera de admiração e respeito pelo pessoal que bate distâncias enormes em SS, como o colega que fez Portalegre.
Este amigo não o fazia de certeza.
Boas pedaladas.