...e o alforges!?

#21
tpfernandes
Na altura, procurei por todo o lado, inclusivé na Sportzone e não encontrei nada, com qualidade/preço interessante. Por isso optei por mandar vir de fora.

Boas
Como vou fazer o caminho português, com saída do Porto / Finisterra em plena autonomia, vou levar uns alforges e suporte topeak.
Recomendo... vale o investimento
Eu também estive para fazer esse investimento na Topeak, mas achei demasiado caro! Afinal nós andamos pelos "maus caminhos" se estiver a chover e com lama, o material fica num estado lastimoso, podendo minorar o estrago com a capa.

Por isso, procurei e encontrei uma solução mais barata, por cerca de 50€. Provavelmente vou usar poucas vezes o material porque nem sempre há disponibilidade para grandes viagens.
 
#22
Eu também estive para fazer esse investimento na Topeak, mas achei demasiado caro! Afinal nós andamos pelos "maus caminhos" se estiver a chover e com lama, o material fica num estado lastimoso, podendo minorar o estrago com a capa.

Por isso, procurei e encontrei uma solução mais barata, por cerca de 50€. Provavelmente vou usar poucas vezes o material porque nem sempre há disponibilidade para grandes viagens.
5k, qual foi o investimento que fizeste? Quando andei à procura de alforges, os topeak foram os que achei melhor, pois tenho uma full suspension, e necessitava de um alforge do tipo topeak, daí a minha escolha!
Abraço
 
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#23
Pelo alforge, paguei cerca de 24 euros (actualmente na amazon custa 99 libras, com portes gratis)
Pelo suporte, numa loja da Trek, paguei cerca de 27 euros.
No total, gastei cerca de 51 euros.

O conjunto da Topeak custa mais do dobro. Foi por essa razão que optei por este conjunto. Mas a qualidade do conjunto Topeak é 5 estrelas. Um dos meus colegas de Caminho investiu neste conjunto e está muito satisfeito.

Ainda não fiz o teste de mato com o alforge carregado, mas acho que a qualidade dos materiais não me devem deixar ficar mal.
 
#25
Eu pelo conjunto que podem na minha assinatura paguei 20 euros e estou mais que satisfeito!

Com cerca de 10 kgs no alforge levou porrada e de que maneira a descer a Labruja e cheguei ao fim sem problema nenhum...

Recomendo só que ponham umas anilhas plásticas entre o suporte do alforges e o quadro... A pintura agradece!
 

Reis

New Member
#26
Entre alforges e um extrawheel (atrelado), qual o melhor?

Há por aí alguém que já tenha experimentados os dois metodos?

Reis
 
#27
Eu não, mas há aí malta que já usou os dois.

O atrelado permite-te maior capacidade de carga porém condiciona-te sobre os sítios por onde podes passar...
Não acredito que alguém faça o Caminho de Santiago de atrelado, pelo menos seguindo os trilhos marcados.
 
#28
Eu não, mas há aí malta que já usou os dois.

O atrelado permite-te maior capacidade de carga porém condiciona-te sobre os sítios por onde podes passar...
Não acredito que alguém faça o Caminho de Santiago de atrelado, pelo menos seguindo os trilhos marcados.
Estás enganado!

Temos aqui um user (cagaréu) que não perde a oportunidade de viajar com a sua extrawheel, entre os quais nos Caminhos de Santiago.

Até estou a achar estranho ele ainda não ter aparecido a defende-la!

O forum tem algumas fotos ...

Mas fica aqui uma delas:
 

Reis

New Member
#29
Estou a fazer esta pergunta porque entre comprar 2 alforges e respectivos apoios (para mim e minha esposa) e comprar um extrawheel, em termos de preço não deve fugir muito. Em termos de capacidade de carga também se equivalem, para além disso poupava um pouca a esposa. :p

Eu já vi vários videos onde demonstra que o extraweel anda por cima de toda a folha e obstaculos, mas eu gostava mesmo era de alguém que tivesse essa experiência o dissesse.
 
#30
5k não me parece correcto duvidar da tua palavra, mas podes-me mostrar fotos de alguém a subir a Labruja mesmo que desmontado mas acima de tudo a descer-la com um atrelado desses!?
Parece-me pouco viável...

Mesmo assim não conhecia esse que mostras na foto, conheço um outro mais largo e com duas rodas que sinto-me tentado a apostar o direito em como não faz o Caminho, pois à pelo menos um rio que se segue junto ao leito que não têm mais de 40 cms de largura e é impossível aquilo lá passar!
 
#31
Olá pessoal do pedal!

eu e o meu extrawheel já percorremos o caminho primitivo (340 Km's), o caminho do norte entre os Parque natural de Covadonga e Santiago (500 km's) o caminho Português entre Vila do Conde e Santiago já o fiz 5 vezes 3 das quais com o atrelado e não quero outra coisa, aquilo desce escadas, passa por todo o lado e tem um comportamento fantástico, passem pelo blog e vejam

http://cagareus.blogspot.com/2008/05/pelas-encostas-guardadas-de-uberu.html

http://cagareus.blogspot.com/2009/06/caminho-da-costa-asturias-e-galiza.html

http://cagareus.blogspot.com/2011/04/via-lusitana-vila-do-conde-santiago-de.html

[video]http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2292028868220147371&hl[/video]
 
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Reis

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#32
cagaréu
Olá pessoal do pedal!

eu e o meu extrawheel já percorremos o caminho primitivo (340 Km's), o caminho do norte entre os Parque natural de Covadonga e Santiago (500 km's) o caminho Português entre Vila do Conde e Santiago já o fiz 5 vezes 3 das quais com o atrelado e não quero outra coisa, aquilo desce escadas, passa por todo o lado e tem um comportamento fantástico, passem pelo blog e vejam
Obrigado, esclarecido.

Reis
 
#33
Caro Amigo -jmdcfigueiredo-Quanto a esse atrelado podes crer que e verdade pois eles cruzaram-se comigo . Posso te dizer que foram os unicos que passaram por nos durante os caminhos os quais fiz com a minha esposa em autonomia e com alforges dos mais baratos. Fizemos os Caminhos de Santiago em dois dias e meio.

Ja temos um bocadinho de idade , nao houve uma subida que nao fizesse em cima da bike com exeçao da subida e da descida da dita Labruja.
Para a primeira vez e sempre um bocadinho complicado mas com uma dica deste mais uma dica daquele todos conseguem

Um GRANDE ABRAÇO a todos Bon CAMINHO
 

P7

New Member
#36
eu pelo terceiro ano consecutivo vou fazer o caminho Porto-Santiago e para o proximo ano será o Primitivo e sou adepto da mochila e não quero outra coisa, e no primeiro ano como não sabia ao que ía levei a casa ás costas a mochila era de 40+10L e quando saí de casa a mochila pesava 9,5kg´s ,este ano encontrei a mochila ideal que procurava........ http://www.decathlon.pt/PT/diosaz-raid-17-68810199/ ,já estive a experimentar colocar dentro o que preciso e fica pelos 4 kg´s +-
uma técnica para a mochila se tornar ainda mais confortavel é ajustar bem a fivela de baixo (rins/barriga) e aliviar as alças dos ombros, assim a mochila vai máis apoiada no "traseiro" e não nos ombros.
com mochila a bike fica mais leve e nas zonas mais técnicas torna-se mais ágil
 
#37
Essa mochila é igual à que comprei para as travessias e já foi a Santiago, e digo-te, para mim, chega perfeitamente. Consegues levar o saco cama nos elásticos de fora e ainda pões água lá dentro. Se chover ela trás uma capa de chuva.

Não quero outra coisa, nem penso em alforges sequer!
 
#38
Continuo com este dilema de levar as tralhas,
Bem me dizia um colega do meu grupo, quanto mais relatos leio mais confuso fico!

Estava tentado a levar suporte traseiro, (a minha bike é Susp.total) no entanto com o suporte de espigão a mochila/saco vai pendurada e segura somente pelo ponto de aperto ao espigão, o que me faz alguma confusão e receio de poder partir pelo caminho, no entanto depois de ler tanta gente a afirmar que com mochila faz-se bem o percurso até santiago sem grande sofrimento (visto que as paragens são frequentes), volto a ficar na duvida.
Acho que não levarei mais de 5 Kg de carga, temo é que as minhas costas não aguentem tanto tempo carregadas e se torne penoso!
 
#39
Boas,

Em maio do ano passado fiz o Caminho Francês desde S. Jean Pied Port com atrelado (um Karoo-o) comprado via net directamente do fabricante por 200 e poucos euros e portou-se lindamente, até subiu o Cebreiro pelo trilho dos caminheiros (um autêntico desafio mesmo sem bagagem!!). Aquilo passa em todo o lado, desde que a frente da bike passe o atrelado passa também. As únicas alterações que lhe fiz foi, além de uma pintura (tinha ganho ferrugem nas zonas roçadas), colocar pedaços de mangueira (borracha) nas zonas onde é mais propício de roçar nos muros e pedras e reforçar a base que é feita de uma espécie de malha de aço para aguentar com os saltos (ao passar as pedras e nas descidas) e o peso excessivo. Depois é só ter pernas pra puxar e calcular bem as distâncias nas manobras. Já fiz também com ele a Via da Prata desde Zamora, o Caminho Portugues desde Rates até Muxia passando por Finisterra sempre pelo mato e tem-se portado sempre bem.
 
#40
Ó Sr. Pintox eu ontem fui comprar a mochila que o amigo P7 aconselha e tem espaço de sobra para levar o necessário para a ida a Santiago, gostei muito das alças porque parecem ser muito "macias"...creio que será uma boa aposta...na próxima segunda-feira cá estarei a confirmar ;)