29er De KTM em KTM...

#1
Ora boas.
Isto das bicicletas realmente tem muito que se lhe diga, não lhe quero chamar vicio, mas que se entranha, entranha, e para que a coisa ficasse ainda pior, descobri este fórum em Setembro com alguns tópicos bem interessantes despertando-me maior interesse os, “maluquinhos” do peso, que eu não fazia a menor ideia que podiam ir tão além J.
Mas como cheguei aqui? Bem, eu conto, mas nem sei por onde começar J. O meu passado em 2 rodas vem das motas, sempre TT, determinada altura, motas ou estudos, opção estudos e, cerca de 5 anos sem motas, mas como a falta da terra era muito forte, numa passagem pela Makro há um milénio atrás :D, encantei-me por um exemplar Dinossáurico, que com a sua suspensão total tirou-me do sério devido ao aspeto e suas soldaduras com a predominância única do cromado, o que interessava era 2 rodas, algo parecido com suspensões (porque molejava) e como terra por aqui não falta, junto ao mar ou serra, lá abri o s cordões à bolsa 120 contos, há mil anos atrás, como referi J, e que me arrependi de imediato, nem aquilo amortecia, e a minha vontade de pedalar era zer0, vão perceber porquê…..


após uns quantos Kms em terra, ficou encostadinha dando origem a um condomínio de luxo às aranhas da garagem e, regresso às lides da serra, mas numa magnifica Yamaha WR 250, que durou 4/5 anos, depois uma YZ 4.5 mais uns 4 anos e até que saturado de tanta Yamaha, desde as DT MX, DT LC, YPVS, YZ, e até uma CR, procurando algo diferente, encontro eu o quê? As KTM, que detestava, mas, qual o meu espanto, lindíssimas, em laranja e preto - modelo 2006 (nota, a minha primeira bicicleta aos 9 anos, foi uma Sirla, Bordeaux, tipo Chopper com alavanca de mudanças ao Centro, que, logo após 3 mesinhos de existência, já eu andava a pedir ao meu pai para arranjar alguém que a pintasse de laranja) nem pensei 2 vezes e, sai a 1ª Mota KTM 450, encantado com a mota, passo pelo stand de bikes e de um amigo de longa data, o que vejo lá? Uma KTM “El Paso” –LARANJA...

que me encantou e sem perceber nada daquilo e como tinha uns pneus grandes, toca a comprar, apesar da indicação que eu ia-me cansar muito, ficar todo moído das costas a partir de algum tempo e Kms em cima da coisa, mas aqui o robusto (da tanga) não se importou, o que queria era um modelo diferente, KTM e laranja, resultado, era mesmo assim, como foi-me dito, n aguentava a pedalada ficava todo maçado, a descer em alcatrão parecia q ia a subir, e comparando com outros pesudos como eu, eu ficava sempre para trás e rotíssimo, ora o que se começa a pensar? Trocar de bike, claro, e dentro de um orçamento moderado, cores de encher o olho sai a l Paso entra uma KTM Ultra Flite,
só um aparte, ainda fiz a meia maratona de Messines de, El Paso (mas bem acompanhado, com um amigo que tinha e tem, uma Shimano com uns 20 anos, LOLLL) com os pneus de origem, que eram tão gordinhos que qdo cheguei ao fim perguntaram-me se não tinha nada mais largo para montar, J no meio de tudo isto achava que um colega e amigo de trabalho era maluquinho, pois recebia sempre “coisinhas” no serviço que aliviavam a bike em graminhas e eu pensava, ganda maluco, não seria melhor fazeres uma dietinha? :D :D.
Feliz com a Ultra Flite (aqui em versão "fininha",

e com os míseros 30 Kms que fazia em quase 2 horas em alcatrão J, e que eu achava um grande maquinão, ao ponto de insistir com um amigo BTTista de longa data que se encontrava de férias aqui no Sul, mas sem bike, a fazer Alte na respetiva, tendo ele aceita e sendo quase motivo para deitar abaixo esta amizada de 30 anos, qdo ele depois de um dia de treinos, diz-me, ganda Chaço…..eu: “o quê, chamar chaço a uma KTM” – ele “ isso não tem uma suspensão, tem umas varetas, isso salta por todo o lado, tem vontade própria” – eu a fumegar, e contado até 1000, mantive a amizade J, mas porque a minha querida ultra flite abriu-lhe um buraco numa perna, ehehhehehehheh, que o levou a desistir, cá está, “nunca cuspir no prato da sopa”.
Mas antes disto, para além de eu pedalar muito pouco, os tais 30 Kms de vez em quando, uma dor numa virilha alertou-me para uma ida ao médico e, voilá, uma artrose na anca, que se agravou tão rapidamente que me encurtou a perna em cerca de 1 cm, - motas, kart´s, surf, bikes, foi-se tudo, na altura em que se começa a dar o BUMM, das bicicletas aqui pela zona, com alguns amigos, que a ultima vez que tinham andado de bicicleta tinha 10 anos e agora todos nos 30 + 10, a regressarem ao pedal, eu com imensa pena era só ver os post no FB dos passeios das evoluções nos Kms efetuados ao Domingo, mas completamente limitado na locomoção e alguns prognósticos médicos a adiarem-me qqr cirurgia e mesmo que a fizesse, ficaria sempre limitado, até que encontrei à cerca de 1 ano e pouco aterás um médico que pintou o quadro que eu queria ouvir e lá marchei rumo a uma sala de operações para tunar-me com um kit de titânio. Entretanto esse amigos que sempre foram tão ciclistas como eu e tb se juntavam às terças feiras ao fim do dia para ir ao petisco a cerca de 15 kms, comer umas sandes de leitão umas mines e uns copázios de vinhos e regressar, e eu achava aquilo um perfeito disparate, eu ainda em fase de convalescença, comecei a estabelecer metas se realmente a recuperação corresse como previsto, e assim foi, farto da vida limitada que tinha juntei-me a esta “seita”, que além do excelente humor , convívio, ajudou bastante na minha evolução, recuperação e “vicio”, cirurgia em Setembro de 2012, Novembro, inicio das idas ao Leitão, Dezembro, ida a Monchique, Fevereiro ida à Foia, Março e Abril, parado, pois achei que andava a exagerar atendendo ao curto prazo que mediava entre a operação, período de recuperação e esforço para acompanhar os galifões, alguns já de rodas 29 e carbonos. Começo então a perceber as vantagens das bikes de 10kgs, e menos, a minha cerca de 15 Kgs, o regresso às motas, surf, mas com o bichinho sempre mais apontado às bicicletas andar todos os dias, passa-se o Verão, sempre a andar, qual a evolução a seguir? Hein? Hein? Bike nova, site da canyon, um amigo do grupo que tinha uma KTM FS, compra uma Canyon Nerve FS 26, experimento e fico encantado, em simultâneo experimento Myrron 26 e 29, pelos preços encantado para comprar uma 29, com inclinação para a Canyon Lux, masssssssssss, iria sempre ter o desgosto de não ter KTM, e mesmo sem saber que iria um dia ter a “panca” das bicicletas achava a Scarp lindissima, mas como, com Laranja na pintura, só a Prestige, com preço quase proibitivo, a Scarp Master de 2013, para além da risca laranja, o preço era mais conta, em Agosto deste ano decido comprar algo mais de jeito mas só para Dezembro, enceto as negociações com o meu amigo Torrado, agente KTM, para a Scarp 2013, (2014 sem cores apelativas), e, o meu numero de quadro só para Novembro, eu, feliz da vida, só a queria mesmo como prenda de Natal, n é que a bicha chega a 3 de Setembro!? !, Resultado, 4 meses de ansiedade, era Dezembro, é Dezembro J, tunga, vamos lá dar um toque pessoal e descobrir sites de quem fale da montada, e acessórios laranja, procura-se…….. por onde? Fóruns e…….cá está o FORUM BTTJ.
Algumas “estórias” engraçadas como a do METZ, o NunoMCII depois um tal TinRIc, um mecânico do paladar, o Marreiros e um tal de Toxina, HAHAHHAH, o mais curioso é que conheci estes dois últimos, sem saber quem eles eram, vai dai, sai este belo exemplar,

linda;

alguns promenores,

e aqui, na integra
 
#2
aqui, sim promenores :D
e as 2 primas "ajuntadinhas":p.

Abraço a todos e um bem Haja a este espaço, pois a grande parte dos intervenientes ,moderados e educados, coisa rara J.
Depois vou postando aqui a evolução da coisa J
 
#3
Linda linda linda essa bike, e o tópico promete!!! Tópico subscrito para ficar a par das novidades :)

Já que no texto te referiste várias vezes a pesos de bikes, podias partilhar com o pessoal o peso desta burra :)

Abraço
 
#4
Claro, claro :p, peso de catálogo, 12,5 kg, sem pedais, realmente foi pesada antes e andou perto, (não vi a pesagem nem foi documentada :), mas sim dito pelo amigo e agente que a vendeu.
Como referi, qdo comecei a ver aqui a malta dos pesos e a interessar-me pelo tópico, tive cerca de 4 meses para muitas contas e folha de excell, e tinha em mente, assim de rajada, 1 kilinho para tirar, mas......... começaram a travar-me nas ligeirezas, pois a fiabilidade podia comprometer-se, como iria ser uma passagem dos 16 Kgs da ultra flite, para 12.5 da Scarp, refreei-me e troquei, rodas - ZTR Crest e cubos Superstar equivalentes a Novatec, com raios Sapin, e menos umas 300 gramas, espigão da Prototype, menos umas gramas, e alguns parafusos de aluminio e titanio, bem, resumindo, com pedais estás nos 12.3 Kg.
 
#14
:DBueno! Desde já, como podem perceber:eek:, babado com os vossos "aplausos". Com um bocadinho de tempo vou responder e colocar algumas fotos da transformação e balança:cool:, apesar de n ser significativo o ganho de peso. Também quero deixar o relato do desempenho da "máquina" em terra, mas para já, "EXCELENTE". Abraço, Inté Já :)
 
#17
Verdade, FábioC:D, é esta mesmo.
Não abandonei aqui tópico;),´só aquela falta de tempo e paciência de fim de dia, mas em breve chegam fotos das pequenas alterações feitas em detalhe com balança de cozinha :p.
 
#18
Boas.
Commendatore, a corrente é um pouco mais leve do que a de origem, já procurei as fotos com o registo dos pesos, mas n encontro, com uma diferença de cerca de 20 e poucas gramas, mas foi mais a questão estética que outra coisa, pois os entendidos assim que a viram, disseram-me logo que iria provocar desgaste nas cremalheiras, fiz uns 100 Kms e já tirei, n por ter "marado", mas percebi que realmente a lama despacha-a num instante, mas guardo-a para os passeios à marina :D.
Nas alterações, e redução de peso, saiu o espigão de selim da ritchey deu lugar a um prototype, os discos de travão, 180mm cada, xt, deram lugar a a2z, 180 - frente, 160 trás, que já foram bem esfregados e perfeitos, não acusam fadigam e uma suavidade no grip muito boa.
Os pratos foram trocados pelos da Rotor, ovais, mantendo as "qrenques"xt, poupei euros e 6 grams, ao conjunto completo da Rotor.
Bem, aqui vou ser comedido na análise, pq n tenho referências para fundamentos, pois esta suspensão total surpreende, pensei que fosse só a mim por n ser um expert na matéria, mas já foi às mãos de quem tenho como referência, e ficou tão espantado como eu, mas já lá vou...:cool:...eu andei entretanto numa super Myrron de 8.8 kgs com forqueta rigida e pedaleira dupla (n me perguntem referências, pois n gravei:confused: no disco) e de seguida numa Myrron Master stock, com os seus 10,5 kgs, mas com o pedaleiro Rotor, e ai garanto-vos, a ultima, no arranque, na fluidez, no esforço, deu-me a sensação de ser muito mais leve do que a kitada, passa-se o mesmo com esta Scarp. Este fim de semana, foi prova disso, a menina pesa como já disse uns 12,5 Kgs e andei com malta muito melhor preparados dos que eu, e eu, mesmo com a minha baixa condição fisica, consequi acompanhá-los coisa que, se fosse numa das deles, n conseguia, garantido. Realmente, as coisas são para o que são, e 80 Kms, feito nesta bicicleta, são um prazer, subir, dá vontade de rir, piso mau, venha ele, e descer é o que freguês quiser. Piso mau, muito irregular e duro, em relação às HT, ve-se/sente-se o galgar de forma significativa.
 
#19
Tal tb se deve às rodas, umas ZTR Crest, com uns cubos(superstar, q n faço a minima ideia da origem) que parecem ajudar.
Hoje já não avanço com fotos, mas hão-de vir, para colorir aqui o espaço.
Abraço.