De Guimarães - Braga- Ponte de Lima - Valença a Santiago de Compostela

#1
De Guimarães a Santiago de Compostela

...Desde Maio que eu e o Berto decidimos percorrer os caminhos de Santiago, entretanto convidamos mais elementos dos kezia®, mas apenas o Zé e o Daniel mostraram-se disponíveis para esta aventura. A data ficou decidida em Agosto mas o itinerário apenas foi escolhido semanas antes da partida.
Escolhemos iniciar no Sábado do dia 2 de Outubro, para aproveitar a ponte do dia 5...
Para se iniciar, escolhemos a cidade de Guimarães, seguiria-mos por Braga e Ponte de Lima até Valença, porque era dos caminhos menos conhecidos e comentados. Assim que ouvimos dizer que se consegue percorrer os caminhos de Santiago em dois dias, resolvemos percorre-los em pelo menos três...
Para que os planos fossem cumpridos havia que se iniciar o caminho de dia para que o pudéssemos visualizar e seguir as famosas setas amarelas...

...E as setas levaram-nos de Guimarães até Santa Marta (Falperra), onde se carimbou pela primeira vez no Hotel... È curioso que nunca ouvi-mos dizer que o caminho passa nesse local de culto, nem sequer que, desde as Taipas sobe "a pique" impossibilitando em muitos locais de se pedalar, obrigando a andar com as bicicletas "à mão", a escassez de gente a percorrer integralmente este caminho faz com que a vegetação seja muito densa...
De Braga a Prado o caminho é essencialmente por estrada, mas pouco depois brinda-nos com passagens muito exigentes quase até Ponte de Lima onde se parou para comer qualquer coisa e tomar um café...A partir de Ponte de Lima é bastante conhecido e comentado, nomeadamente a famosa subida de Labruja, onde nem com a bicicleta "á mão" se consegue progredir...Foi por aí que encontramos os primeiros grupos de peregrinos, quer a pé, quer de bicicleta, demonstrando a rapidez de andamento dos Kezia® (em meu entender demasiado rápidos).

Com a nossa chegada a Valença chegou também a chuva, no Albergue de S.Teotónio era-mos o terceiro grupo a chegar (mais uma prova de rapidez), rapidamente nos instala-mos e jantámos (primeira refeição quente)...

...Quando acordei no Domingo, dia 3, já um grupo (os Jesuitas do meu amigo Martins da minha 1ª peregrinação a S.Tiago) tinha "abalado", diziam que foram ás 5 !!! Chovia copiosamente e os comentários eram desanimadores para alguns, falava-se em desistir, mas os Kezia® mantinham-se firmes, apenas se preocuparam em se proteger da chuva que iriam apanhar certamente, tentando minimizar as possíveis consequências, assim recorreram a sacos grandes para retardar a entrada das chuvas no corpo...Tomou-se o pequeno "grande" almoço e a chuva parou !

Arrancamos em direcção a TUY e logo após a cidade o primeiro contratempo...As chuvas tinham transformado pequenos riachos em rios ! A água chegou a dar pelos eixos, havia quem vinha para trás quase a chorar, mas ao verem, os agora três Kezia's® a progredirem lá se decidiram a seguir também o caminho, que por sua vez rapidamente chegou a Porrino e sua bela cidade que estava em festa...Após TUY é MÓS, e com MÓS voltou a chuva intensa, mas agora estava-mos em altitude e não havia problemas com os rios, mas a fome (a mim) apertava, e obrigou-me a parar...E a parar a restante comitiva (Kezia's®)... Retemperadas as energias , mesmo antes do Albergue de MÓS e a sua famosa extra longa subida...Depois de uma subida vem outra e mais outra até ás mais violentas descidas para a bela cidade de Redondela, aí estava completamente encharcado, mas a chuva voltou a abrandar mesmo na subida para Soutoxusto...

...Soutoxusto, é onde tinha prometido pagar um copo de Tinto a quem me acompanhasse ao Lume Novo, aí pedi pão e vinho, porque o Zé tinha chouriço, após esta magnifica paragem bem quentinha, mudei de roupa e após o cafezito continua-mos o caminho a descer em direcção a Ponte Sampaio.

Ao chegar-mos á N550 vi-mos uma Ford Transit de matricula Portuguesa rodeada de bicicletas, e que bicicletas, eram as PASTELEIRAS do pessoal de Santo Tirso, estavam a fazer o caminho por estrada e até tinham mais quilometragem que nós, devido a estarem a fazer o caminho pela costa...

Para-mos o tempo suficiente para comer mais presunto, pão de centeio e umas mini's, dois dedos de conversa com o Sr.Matos (também ele acompanhou-me na minha primeira peregrinação), com o Jerónimo e com o restante pessoal, eles estavam com equipamentos a condizer com as bicicletas, as galochas eram feias mas eficientes...Arranca-mos logo de seguida, e enquanto eles continuaram pela estrada nós seguimos as setas que nos levavam pelo duro mas belo caminho até Pontevedra, naquelas paragens quase não havia ninguém (a chuva afasta os turistas e residentes) pelas ruas centrais em direcção á ponte apenas encontramos as famosas estátuas das crianças brincando, como de costume lá se puxou da máquina fotográfica para uns sempre belos registos...Assim sem gente, as setas e as vieiras localizam-se muito facilmente, proporcionando andamento rápido e sem paragens em busca das indicações...

Após a passagem da ponte surgiu o primeiro furo no pneu do Zé, enquanto se consertava o dito, lá fomos ultrapassados por dezenas de peregrinos quer a pé quer de bicicleta, a partir daqui o caminho passa muitas vezes junto da linha de comboio, e por campos e quintais, de vez em quando apanhava-mos uvas americanas que por aqueles lados tem uma cor um pouco mais clara que as de cá, mas são igualmente deliciosas...Antes de chegar-mos a Caldas de Reys ainda houve tempo para visitar as quedas de água do Rio Barosa, como estava o tempo de chuva, era-mos apenas nós a contemplar aquela força da natureza. Ainda tenta-mos convencer um grupo de betetistas que nos andava a perseguir (e nós a eles) desde manhã, mas não tinham animo (força) para fazer a pequena subida até ao parque natural, mas este parque fica muito próximo de Caldas de Reys, para nós não faria diferença, pois sabia-mos que a etapa estava quase concluída...


À chegada a Caldas de Reys, o caminho passa junto á fonte de águas termais, que são quentes, mesmo muito quentes, e que bem que nos soube por lá os pés...Entretanto era preciso arranjar lugar num Albergue, mas sabia-mos que estavam cheios, os peregrinos estavam a ser encaminhados para o pavilhão local, mas apesar de eu estar entusiasmado com a ideia (dormir no chão) os restantes elementos preferiram procurar algo mais confortável, e eu não me incomodei nada com a ideia, rapidamente arranjou-se uma pensão com garagem para as bicicletas, cama (verdadeira, não beliches) TV etc. a um preço simbólico...Após um longo banho quente, procurou-se um restaurante "jeitoso" (incrivelmente barato) onde encontra-mos muito do pessoal que nos tinha acompanhado desde Valença...O cansaço aconselhou-nos a deitar cedo,para tarde erguer...:doente:


... Na Segunda Feira dia 4, pela manhã, bem cedo, (9h em Espanha, 8h. em Portugal) arruma-mos as coisas, lavamos e carregamos as bicicletas. O dia estava com o céu bem limpo, o calçado ainda estava molhado, resolve-mos colocar um saco por fora das meias para não sentir a humidade nos pés e partimos rumo ao primeiro café que aparecesse (durou cerca de dez metros) toma-mos um "muy rico" pequeno almoço e foi dada a partida, o caminho seguia pelo centro de Caldas, curiosamente nunca tinha passado por ali, nos anos anteriores seguíamos pela estrada principal, embora fosse paralelo a arquitectura do centro histórico merece ser visitado, e como era dia de feira até foi bastante divertido passar pelo meio daquele reboliço...Rapidamente atingimos uma zona rural e logo de seguida a zona florestal com muito bom piso rolante, começamos a passar peregrinos a pé e alguns de bicicleta (o descanso fazia com que o andamento fosse bastante rápido) após o "bosque" junto á Autopista (sempre a descer) ,na entrada da "carretera" estavam dois Guardas Locais a fazer controlo de peregrinos, tomando nota dos nomes e números de BI, e carimbando as credenciais, a nós ainda nos fotografaram (com as nossas máquinas) mostrando a sua simpatia...Logo depois fizemos uma paragem para reforço alimentar e pôr alguma conversa em dia, faltavam poucos quilómetros para Padrón, aí fomos "apanhados" por um grupo bastante numeroso de betetistas, eram os BTT Penafiel, que seriam "apanhados" na cidade industrial de Padrón , durante algum tempo fizeram-nos boa companhia (traziam uma senhora no grupo que andava bastante bem) até que tive um furo lento que nos fez atrasar...Por esta altura era a vez do Zé sentir fome, mas com S.Tiago á vista, resolvemos parar apenas lá. Escolhemos o primeiro restaurante que apareceu, faltavam apenas 4 quilómetros e não fazia sentido chegar ao fim do caminho muito cansados e cheios de fome...

Após um prato de massa, um hambúrguer, uma sopa, café e cerveja :eek:, muda-mos a câmara e prosseguimos em direcção á Catedral muito religiosamente (calmamente), tinha-mos demorado dois dias e meio a chegar ao que pensava-mos ser o fim desta aventura...

Após as fotos da praxe, fomos carimbar pela ultima vez na Oficina do Peregrino e receber a respectiva Compostela.:#1:

Na Oficina existem vários balcões de informações, dirigi-mo-nos ao da RENFE (equivalente á CP em Portugal) e percebemos que não iria-mos apanhar um comboio com ligação a tempo de chegar a Portugal pela tarde, então fomos para a estação comprar os bilhetes para as bicicletas no primeiro comboio com lugares disponíveis para as bicicletas, esperaria-mos cerca de duas horas, mas já com os bilhetes na mão resolve-mos voltar para junto da Catedal.

..Ao chegar-mos pela segunda vez á Catedral, um grupo bastante ruidoso chamou-nos a atenção, eram os elementos de Santo Tirso e as suas Pasteleiras, quem passava pelo local, ficava admirado com todo aquele cenário, o tempo estava bom, as indumentárias a condizer com as bicicletas, favoreciam a paisagem arquitectónica antiga de Santiago...Foram tiradas inúmeras fotos de quem passava no local, quem passava esboçava um largo sorriso...

Após mais algumas canecas de cerveja,:cheers: mais conversa, alguns test-drives nas respectivas Pasteleiras voltamos á estação... Pelas 20h. de Portugal "Apanhamos" o comboio até Redondela onde jantamos calmamente e novamente a preço simbólico, para iniciar-mos uma nocturna de trinta quilómetros até Valença pela N550.

Estava uma temperatura agradável (para a hora), não chovia, prepara-mo-nos o melhor possível para sermos vistos, as luzes não eram as melhores e a humidade do caminho tinha causado danos nas pilhas, também sentimos que faltou o colete reflector...Chegados a Porrino foi feita uma longa paragem na praça central excelentemente iluminada, a viagem pela estrada estava a correr muito bem, pouco ou nenhum transito, talvez 5 carros no percurso todo.

Logo que abandonamos o núcleo urbano da cidade, fomos interceptados por uma patrulha da Guardia Civil que nos aconselhou qualquer coisa em espanhol, mas fiquei sem saber o quê:choneh: ...De Porrino a TUY além dos guardas não vimos ninguém a circular. Na antiga ponte metálica (fronteira) tivemos oportunidade de tirar fotos no mesmo meio da ponte!

Chegados a Valença, dirigi-mo-nos ao quartel dos Bombeiros onde nos deixaram pernoitar lá, (o albergue estava fechado) apenas pretendia-mos proteger do orvalho...O cansaço e o sono deixou-nos dormir no chão, apenas com o saco-cama...


Pela manhã do dia 5 , após o pequeno almoço fomos para a estação de Valença, sabia-mos que o primeiro comboio seria ás 7:14 (haveria mais cedo se não fosse feriado oficial) quando o comboio chegou (vindo de Vigo) , o revisor não queria deixar entrar as nossas bicicletas...:hmmm:

Abriu a porta do compartimento para verifica-mos a razão...
Lá dentro estavam 11 bicicletas ! Um cenário incrível...Eram algumas BTT mais as Pasteleiras de Stº Tirso...
Mas dentro do comboio, no compartimento das bicicletas, surgiu o Sr.Matos, estendeu a mão e disse:
-Passem para cá uma de cada vez!:yeah:
O revisor ficou momentaneamente sem palavras, mas rapidamente disse:
-OK, não me façam perder muito tempo ! :sabichao:

...As bicicletas lá entraram, nós entramos no comboio e tivemos de passar o Sr. Matos para dentro do compartimento dos passageiros...Pois tinha ficado entalado no compartimento de carga...

...E lá continuou a boa disposição até Famalicão (no nosso caso).
Quem entrava no comboio ao ver aqueles tipos com um aspecto retro, até pensavam que se estaria a rodar um filme antigo...
Após achegada a Famalicão, foi pedalar até casa....
Totalizando 300 quilómetros de aventura, cultura, desporto e muita animação...:xau: e algum (bastante) cansaço...


Obs: Quem se fizer ao caminho evitar voltar de comboio, porque a RENFE está a modernizar a frota, em breve será a CP, não haverá mais que três lugares de bicicletas por composição. O pessoal de Stº Tirso (pasteleiras) conseguiu "furar o esquema", mas tiveram que fazer a viagem durante a noite até Vigo, quando o comboio vinha "vazio" ...

Talvez desmontando as bicicletas e as "embrulhando" de forma a que pareçam um volume se possa passar como sendo bagagem. Existem sacos de transporte, mas quem faz o caminho em autonomia sabe bem a dificuldade em arranjar espaço...
:exacto:

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#2
Olá Amigo, também sou de Santo Tirso do grupo do Martins,"Os Jesuítas" , apanhamos chuva todo o dia desde que saímos até chegarmos a Padron, num desses riachos fiquei com água até ao peito, estava quentinha, mas depois tivemos mais sorte no transporte das bicicletas, arranjamos boleia de uma camioneta de um companheiro que conheçemos no Caminho, que foi buscar as bikes todas e trouxe até Sto Tirso. Quanto ao Sr.Matos que falas também é dos Jesuitas, mas desta vez foi com as Pasteleiras, é um GRANDE companheiro o Matos, com quem podemos contar sempre...Deixo aqui um ABRAÇO para todos os companheiros, peregrinos de bicicleta que foram fazer o Caminho e que apanharam o Domingo cheio de chuva e vento que tornou tudo mais díficil, ABRAÇO para todos e boas voltas.
 
#4
Olá

Já fiz o Caminho umas quantas vezes, mas nunca de Guimarães. Esta Páscoa gostava de experimentar, mas tenho receio que o Caminho não esteja marcado em condições, pelo menos no troço Guimarães - Ponte de lima. Gostaria que, se possível, me desse mais indicações deste troço.

Um Grande Obrigado
 

JAL

New Member
#5
Olá tecelinha, o caminho desde Guimarães até Braga está razoavelmente marcado. É necessário alguma atenção, mas nada de especial. Sais de Guimarães, passas por Fermentões atravessas o Parque Industrial de S. João de Ponte, passas pelas Taipas e depois tens uma subida que mete medo. Prepara-te para alombar com a menina até à Falperra, mas não desanimes que são só dois quilómetros, e depois é sempre a descer. De Braga para a frente até Ponte de Lima está bem marcado e mesmo que queiras, não te consegues perder.

Um abraço e bon camiño .
 
#7
Viva Jorge

Após ter lido o vosso fantástico relato, atrevo-me a colocar-vos uma questão para o meu problema de regresso de Santiago.
Somos 3 a 4 amigos que partiremos de Chaves até Santiago. Chegandoa a Santiago a ideia é sair de comboio o mais cedo possível . O problema é que só temos comboio de Vigo para o Porto às 19:00h, o que já não dá tempo para apanhar o Intercidades para Lisboa, uma vez que as bicicletas ficam em casa de amigos no Porto.
Por isso, a ideia é pedalar até Valença e aí apanhar um combio mais cedo até ao Porto.
A vossa solução parece-me ser excelente, no entanto tenho dúvida sobre alguns aspectos, nomeadamente:
- Não encontro no site da RENFE comboio de Santiago a Redondela;
- Quanto tempo acham que se leva até Valença?
- A N550 é muito acidentada, ou seja tem muitas subidas ou dá para rolar bem?
Desculpem tantas dúvidas, mas estamos algo preocupados com o regresso.
Obrigado pela ajuda que nos puderem dar.
Boas Pedaladas
 
#8
Vagamundos,

Suponho que não exista comboio directo até redondela. Tens mesmo de apanhar Santiago-Vigo. E Vigo- Tuy/Valença

Se vieres pela 550 são 105 km, acho eu.. Não me parece dificil.. Nunca fiz, mas de Valença a Santiago, pelos caminhos , acabamos por andar bastante pela Nacional, e não me parece dificil...

Bom caminho

Jorge, parabéns pelo feito e obrigada pelo relato :yeah:
 
#9
Obrigado Sandra pela dica, não foi solução que não tivesse equacionado, mas fazer 100 Km's para ir apanhar o comboio em Valença às 11 horas não é fácil.
O ideal era ser possível apanhar comboio em Santiago às 7:31 h e poder descer em Redondela e então aí fazer 30 km's até Valença.
Ando a estudar o assunto.
Obrigado na mesma.
Boas pedaladas aí pelo Norte.
 
#10
- Quanto tempo acham que se leva até Valença?
- A N550 é muito acidentada, ou seja tem muitas subidas ou dá para rolar bem?
Boas...
Na semana passada depois de fazer o Caminho Aragonês decidi vir até Valença por estrada aqui fica o meu apanhado do que vão apanhar:
Santiago - Padron é sempre a descer e a rolar
Padron - Pontevedra tem umas paredes que parece que nunca mais acabam
Pontevedra - Redondela é rolante
Redondela - Porrino tem uma valente parede a sair de redondela e depois é calmo
Porrino - Valença fiz pelo caminho de Santiago pois levei os tracks de gps
A minha opinião geral é que é durinho...
Se tiverem outras opções é melhor
Abraço e espero ter ajudado!!
 
#11
...Amigos...Desculpem, mas tenho estado ausente do fórum, de Redondela a Valença são trinta e tal quilómetros sem dificuldade e com bom piso. Se saírem em Vigo, ficam mais longe de Valença e sujeitos a um ou dois comboios diários para Portugal.
A nossa solução (sair em Redondela) teve em conta experiências de colegas em anos anteriores, sobretudo tiveram dificuldade em sair de Vigo por estrada (tiveram que voltar para traz até Redondela)...Por isso recomendo o regresso de comboio de Santiago a Redondela e depois pedalar até Valença, quem fez 200Km. de "Caminho", também pode fazer os 30 por (boa) estrada...

Quanto ao caminho, foi remarcado este ano. A associação Espaço Jacobeu (creio que é este o nome) promoveu umas caminhadas e nessa altura (re)marcaram umas "novas" setas. No nosso caso, na Falperra quando fizemos o caminho perdemos o rasto junto ao Hotel (voltando a elas já perto de Braga), mas estivemos lá recentemente e reparamos que tinham lá novas setas bem visíveis (pintadas de fresco)...
 
Last edited:
#14
olá,

obrigado pelo track.

eu estou a pensar sair no inicio da semana e chegar lá no dia 4 ou 5, mas estava a ver se arranjava companhia ..... está difícil.
e para ir sozinho, a mulher não deixa..... :(
vamos ver como corre.