Crónicas de um Bravo do Pelotão por Terras Helvéticas

AFP70

Well-Known Member
@jaelenzo,
Obrigado por seguir e comentar ;).

Se já visitou o site BdP e a secção Percursos-CH, constatou que em 88 voltas realizadas e colocadas online neste momento:
- 46 voltas são não circulares, isto é, começam num local e terminam noutro
- 42 voltas são circulares, isto é, começam e terminam no mesmo local, mas o caminho à ida é totalmente diferente do caminho de regresso.

Esta situação deve-se ao facto de:

1. Quando rolo acima dos 2’000 mts é muito difícil desenhar voltas circulares, falamos de montanhas e nem todas possuem caminhos acessíveis ou visíveis via Google Earth.

2. Assim como “detesto” rolar em estrada, também detesto efetuar voltas em que o regresso se efetue pelo mesmo caminho, daí desenhar os meus tracks em circulares e não circulares.

3. Não possuo carro voluntariamente por causa de toda a problemática ligada a custos de manutenção, seguros, placas de matrícula, estacionamento, etc…; pelo que prefiro deslocar-me em comboio e autocarros de montanha, mesmo mais caro no momento, sei que será bem mais barato do que alimentar a amante (carro) ao longo do ano.

Como já disse em posts anteriores, sempre que preciso de um carro ou carrinha, alugo.

Para ter uma ideia (vale o que vale), a última volta relatada no post 1’137, inicia em Chandolin e termina em Sierre.

a) À Ida, arranquei em Lausanne pelas 06h30 e cheguei a Chandolin às 09h45 = 03h15 (comboios + autocarros).

b) No regresso, arranquei de Sierre 18h45 e cheguei a Lausanne às 20h30 = 01h45 (comboios).

c) Custo pago só para viagens (eu + bicla) = +/- EUR 60,00 para realizar 150 kms ida + 130 kms regresso. Nas Terras Helvéticas não se pagam portagens, apenas temos de ter colado no para-brisas um selo que custa anualmente +/- EUR 37,00.
Claro está que se tivesse ido de carro, esse valor seria a dividir por 4 ou por 5 :).

d) O problema é que graças à pandemia consigo rolar à semana (tento sempre rolar quando tenho mesmo a certeza que vai estar bom tempo, isto é, sol sem nevoeiro).

e) Não consigo arranjar companhia para voltas acima dos 1’800 mts, então para voltas malucas e acima dos 2’200, é para esquecer. Ainda bem que assim é, porque cá entre nós que ninguém nos ouve ou lê ;), prefiro de longe andar só, do que ter malta a chatear-me porque paro muitas vezes para tirar chapas.

f) São poucas as pessoas que conheço que podem se dar ao luxo de rolar em dias de semana.

g) Se tivesse ido de carro, a volta tinha de começar e acabar em Chandolin, o que se traduziria por uma volta de +/15 kms ao invés dos 40 kms realizados.

h) Para evitar a problemática relatada no ponto e), só repito voltas quando acompanhado, isto porque sei que não vou tirar chapas. Caso para dizer que só pedalo porque vou tirar chapas :), daí ter que estar em permanência a investigar e criar novas voltas.

Grd abç and keep following,
 

AFP70

Well-Known Member
Bom dia ao Fórum,

Para todos aqueles que por vezes efetuam compras online fora da comunidade europeia e porque o saber não ocupa espaço ;), deixo aqui esta informação encontrada no site da DECO, em https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/dicas/como-sobreviver-alfandega (clicar no link para ler o artigo online e aceder a outros links presentes no texto).

Pelos vistos as regras relativas à importação mudaram desde o dia 01.07.2021.

Boa leitura,

------------------------------------

Como sobreviver à alfândega

Início

Direitos aduaneiros, impostos, desalfandegamento: receber um artigo vindo de fora do Espaço Económico Europeu pode ser – e é muitas vezes – um novelo de burocracias e custos. Agora, que todas estas encomendas passam pelo controlo alfandegário, em alguns casos, a situação pode agravar-se. Damos uma ajuda.

16 julho 2021
Dossiê técnico Ernesto Pinto e Magda Canas
Texto Maria João Amorim

Receber um artigo vindo de um país extracomunitário pode transformar-se numa prova de esforço que implica conhecer a legislação, enfrentar burocracias e custos, e ainda lidar com a retenção na alfândega. Eis um passo-a-passo para o auxiliar na – por vezes complicada – missão que começa com um simples gesto em frente ao computador. Ajudamos também a detetar fraudes por SMS sobre encomendas.

A partir de 1 de julho, as regras das compras online sofreram alterações importantes, principalmente, porque as aquisições extracomunitárias passam a estar sempre sujeitas a IVA e ao desalfandegamento, independentemente do valor.

O que precisa de saber antes de comprar

A tomar nota antes de comprar um artigo através da internet: em regra, sempre que adquirir um produto vindo de um país de fora do Espaço Económico Europeu (EEE), que inclui União Europeia, Noruega, Islândia e Liechtenstein, mas não inclui alguns territórios, como Andorra, Canárias, Vaticano, entre outros, terá de pagar IVA. Para efeitos fiscais, considera-se relevante o país de origem do envio e não o país da sede da loja online. Quanto – 6% ou 23% – vai depender do bem em causa. Os livros, por exemplo, pagam 6%; já as roupas estão sujeitas à taxa máxima.

Atenção que o IVA não incide apenas sobre o valor do artigo, mas também sobre as despesas e o seguro de transporte (caso existam), e ainda direitos aduaneiros.

A fatura pode ainda aumentar (e aumenta, na maior parte dos casos) por causa dos direitos aduaneiros, que também variam consoante o artigo. Há produtos isentos, novamente os livros, e outros taxados a quase 17%, como um par de sapatos. Tabaco, bebidas alcoólicas, combustíveis e perfumes estão sujeitos a mais impostos.

Ao contrário do que acontecia até agora, as encomendas de valor global (conteúdo e portes) abaixo de 22 euros também pagam IVA. Mas, para aquelas cujo valor não exceda os 150 euros, o procedimento de desalfandegamento e envio é mais simples, se a loja online dispuser de registo IOSS.

Acima dos 150 euros, há que contar sempre com o IVA e os direitos aduaneiros para as contas finais.

Novas regras a partir de 1 de julho

O fim da isenção de IVA, prevista na diretiva comunitária, era esperado no início de 2021, mas a pandemia atrasou o processo para 1 de julho. A mudança ocorre em todos os países membros no mesmo dia. As novas regras aplicam-se a partir dessa data, mesmo quanto as compras que tenham sido realizadas nos dias ou semanas anteriores. O que importa é a data da entrega dessas compras.

As alterações resultaram de um esforço de adaptação do IVA à nova realidade, em que o comércio eletrónico ganha cada vez mais destaque, posicionando-se num crescente primeiro plano. Mas também visam uma maior uniformização dos procedimentos entre os vários países da União Europeia. Pretende-se uma concorrência tendencialmente mais leal entre as empresas da UE e as demais, um combate mais eficaz à fraude e também uma redução das perdas de IVA.

No essencial, a isenção do IVA para os bens importados de valor menor ou igual a 22 euros acaba. A taxa de imposto a cobrar passa a ser de 23 por cento. Comprar fora da União Europeia vai mesmo sair mais caro. Também é expectável que, pelo menos nos primeiros tempos, os envios sejam mais demorados.

Mantém-se, contudo, a isenção do pagamento de direitos aduaneiros nas encomendas com valor até 150 euros, salvo alguns produtos que não estão isentos, como as bebidas alcoólicas.

Mesmo que o fim da isenção seja penalizador para os consumidores que têm por hábito encomendar bens de reduzido valor, provenientes de países extracomunitários, os CTT prometem que, a partir de 1 de julho, o processo de desalfandegamento passa a ser mais simples e automático nas compras de baixo valor.
 
Last edited:

AFP70

Well-Known Member
Bom dia ao Fórum,

Eis o preview da saída de 6ª feira passada.

CH | Sembrancher – La Pasay – Sembrancher

Total Kms: 44 kms
Altitude máxima: 2’231 mts
Altitude mínima: 703 mts

Pequena curiosidade, em 18 kms sempre a subir, realizamos 1’514 mts de D+ :).

A crónica respetiva, será postada a seu tempo, nos locais do costume.

Filme 1 + Filme 2 + Filme 3 , algures no trilho, para terem uma ideia.

Algumas fotos para aguçar o apetite ;).





















Cumprimentos,
Alexandre Pereira
 

AFP70

Well-Known Member
Bom dia ao Fórum,

Eis o preview da saída de sexta-feira passada.

CH | Chandolin – Zinal – Grimentz – Vissoie (prevista)
CH | Chandolin – Zinal – Sierre (efetuada :))


Total Kms: 49,5 kms
Altitude máxima: 2’526 mts
Altitude mínima: 538 mts

A crónica respetiva, será postada a seu tempo, nos locais do costume.

Filme 1 + Filme 2 + Filme 3 , algures no trilho, para terem uma ideia.

Algumas fotos para aguçar o apetite ;).





















Cumprimentos,
Alexandre Pereira
 

AFP70

Well-Known Member
Bom dia ao Fórum,

Eis o preview da saída de ontem.

CH | Zinal – Grimentz – Vercorin – Sierre

Total Kms: 40,5 kms
Altitude máxima: 2’465 mts
Altitude mínima: 525 mts

A crónica respetiva, será postada a seu tempo, nos locais do costume.

Filme 1 + Filme 2 , algures no trilho, para terem uma ideia.

Algumas fotos para aguçar o apetite ;).





















Cumprimentos,
Alexandre Pereira
 

AFP70

Well-Known Member
Bom dia ao Fórum,

Eis o preview da saída de ontem.

CH | Martigny – Champex d’Allesse – Cabane du Scex Carro – Martigny

Total Kms: 39,5 kms
Altitude máxima: 2’004 mts
Altitude mínima: 447 mts

A partir dos 1’500 mts comecei a rolar com neve e chegado à Cabane du Scex Carro, tive de me resignar a dar meia-volta :p.

A crónica respetiva, será postada a seu tempo, nos locais do costume.

Filme 1 + Filme 2 + Filme 3 + Filme 4 , algures no trilho, para terem uma ideia.

Algumas fotos para aguçar o apetite ;).





















Cumprimentos,
Alexandre Pereira
 

AFP70

Well-Known Member
Bom dia ao Fórum,

Eis o preview da saída de sábado.

CH | Baulmes – Le Suchet – Vallorbe

Total Kms: 36 kms
Altitude máxima: 1’584 mts
Altitude mínima: 633 mts

A crónica respetiva, será postada a seu tempo, nos locais do costume.

Filme 1 + Filme 2 + Filme 3 , algures no trilho, para terem uma ideia.

Algumas fotos para aguçar o apetite ;).





















Cumprimentos,
Alexandre Pereira