CisterBtt no Caminho Central Português (Porto_Santiago) a solo

#1
Desta vez, a missão a Santiago pelos históricos e culturais Caminhos por parte dos CisterBtt, deu-se de uma forma mais solitária. Pois foi a solo na pessoa do Cister Monge Tony S que a tradição se cumpriu.
para o primeiro dia, a etapa foi entre o Porto e Rubiães. tratou-se de uma etapa longa e dura. nomeadamente a passagem da Serra da Labruja foi difícil de fechar depois de já ter tantas horas e km's nas pernas.
o trajeto do Porto até s. Pedro de Rates, não tem muito de interessante. é muito monótono que quase todo ele feito por estrada. de S. Pedro de rates até Barcelos, o figurino muda. já começa a ser mais interessante e já se rompe pelo meio rural. a partir de Barcelos, já se sente mais o espírito do Caminho e em termos de beleza de percurso, torna-se bem mais interessante. a nota dominante para este dia foi talvez a grande quantidade de peregrinos apeados que cruzei. foram mesmo muitos e todos eles de nacionalidades diversas. só no Albergue de Rubiães é que encontrei portugueses e só eram três.













para ler e ver a reportagem completa clica no seguinte link http://www.cistermongetonys.blogspot.pt/2014/07/caminhos-de-santiago-caminho-central.html
 
#2
Olá,
porquê Rubiães? Ponte de Lima estava cheio? Estava aqui a pensar que no final do dia ainda levar com a Labruja, vai lá vai :)

Nunca mais é Junho de 2015 para lá ir outra vez :rolleyes:
 
#3
caro anarciso, poderia ficar no albergue de Ponte de Lima que estando bastante ocupado, não estava ainda cheio na altura. acontece que tinha programado assim a etapa e depois, como cheguei por volta das 16h15, tinha tempo de sobra para chegar a Rubiães. foi o que fiz embora confesso que tenha sido complicado ultrapassar a Labruja com tantos kms já percorridos e ainda para mais com o peso extra dos alforges. mas como disse, já estava preparado e mentalizado para a dureza e como não foi a primeira vez a a ultrapassei, soube gerir melhor a coisa. no entanto, houve um momento que quase desfalecia. estava mesmo cansado. mas, lá consegui fechar a etapa em Rubiães :)
ainda falta um pouquito até Junho mas desde já, "bon caminõ" :)
 
#4
para a 2ª etapa, a mesma estava estipulada entre Rubiães e Caldas de Reis. sensivelmente 95/100 kms. nesta etapa, apesar de a já conhecer, iria percorrer a nova variante em Orbenlle em substituição do trajeto do Polígono Industrial de Porriño. diga-se que vale bem a pena aproveitar este novo troço. o dia, esse comporta-se entre bons rasgos de sol e alguns momentos de alguma chuva mas, nada que incomodasse muito. no entanto, devido a um erro "técnico" meu, ia estragando tudo à entrada de Pontevedra quando uma ponta de atilho do impermeável do meu alforge de enroscou no carreto. pensei que tinha f..... tudo mas foi só a câmara de ar que teve de ser trocada. após isto andei um pouco à nora em termos psicológicos mas rapidamente os níveis subiram quando me cruzei com um grupo de bttistas da Maia. do resto, mais do mesmo para quem já conhece este trajeto. ao chegar a Caldas de Reis, o albergue estava lotado e por isso tive de ficar num albergue particular...














PARA LEREM E VEREM A REPORTAGEM COMPLETA, CLIQUEM NO SEGUINTE LINK http://www.cistermongetonys.blogspot.pt/2014/07/caminhos-de-santiago-caminho-central_12.html
 
#5
Para o terceiro dia, a etapa seria curta e era para desfrutar. o sol, esse fez-se sentir e com alegria. estava fresco mas aos poucos os raios solares iam aquecendo o corpo, o ambiente, o dia... é neste dia que cruzo pela primeira vez por peregrinos portugueses que fazem o caminho a pé. primeiro um grupo de 3 jovens e depois, uns kms mais à frente, um grupo de pessoal mais velho. em ambos os casos, gente boa que não se coibiram de dar um sorriso e uma breve conversa :)
este trajeto já não era novidade para mim no entanto, foi novidade atravessar a feira em Padron. uma feira muito povoada e não foi simples atravessá-la.
a manhã ia progredindo bem e a chegada à Praça do Obradoiro, foi rápida. como sempre, sempre cheia de peregrinos e gente a deambular de um lado para o outro enchendo todas as ruas adjacentes à Catedral. no Oficina do Peregrino ainda tive de esperar numa longa fila até obter a Compostela e carimbar pela última vez a credencial e o diário de bordo.
chegada a hora de "embarque", lá fui eu novamente até Terras Lusitânias com o dever cumprido e o desejo de cá voltar em 2015 mas, por outro Caminho :)
















 
#10
A nivel de alojamento, já estive a pesquisar que de Lisboa até ao Porto no que toca a albergues está mal fornecido. Os bombeiros ainda aceitam que lhes peçam onde dormir ou já está mais dificil? Tenho andado a fazer uma lista das casas e pensões que aceitam peregrinos mas os preços são muito puxados.
 
#13
cister monge tony s, é só para dizer que já te tentei responder à PM que me enviaste, mas como tens a tua caixa de mensagens cheia, não consigo enviar-ta ;).